quinta-feira, 20 de junho de 2013

Diana Ross quer "camarins da Broadway" sem couro para shows no Brasil

A cantora americana Diana Ross quer camarins "nos moldes da Broadway" para as apresentações que fará no Brasil. A diva da black music pediu paredes brancas e bastante iluminação, além de móveis claros, informou a assessoria de imprensa do evento. A cantora não quer estampas florais ou cores escuras. Couro também não deve ser usado. Um chef deverá ser designado exclusivamente para atender a cantora durante sua passagem pelo país. Diana também pediu atenção especial aos camarins dos técnicos e dançarinos. Eles devem ter sofás confortáveis e muita comida e bebida à disposição. Todos – tanto o dela quanto os da equipe – devem ser equipados com espelhos grandes, com iluminação por todos os lados. A cantora se apresenta em São Paulo nos dias 25 e 26 de junho, no Espaço das Américas. Ela também fará shows no Rio, no dia 29 de junho, e em Curitiba, no dia 2 de julho. Os fãs da cantora vão poder ouvir canções como "All for one", "Why do Fools Fall in Love", "Upside Down" e "Missing You". Diana despontou mundialmente em 1959, com a banda The Supremes, da histórica gravadora americana Motown. Diana Ross vendeu mais de 100 milhões de discos durante a carreira. FONTE: UOL

quarta-feira, 19 de junho de 2013

OUVIR ANITTA É COISA DE BARANGA

É isso mesmo que você leu, bela. Se você é fã dessa tal moça Anitta, eu posso apostar todas as minhas fichas na sua feiura. E vou ganhar. E não estou falando com você que acordou com cabelo meio estranho — você não gosta tanto assim da funkeira, só faz pose de descolada para não magoar as amigas feias no fim de semana. Também não estou falando com você, que está se sentindo a pior das criaturas porque hoje decidiu vestir essa calça ridícula— que, por sinal, está ridícula mesmo, passe no shopping na hora do almoço e faça-nos o favor de comprar outra roupa. Estou falando com você, mocinha feiosa, que finalmente conseguiu ouvir no rádio um funk que fale a sua língua: a das mulheres que não se dão bem com os homens hoje, não se davam bem com os meninos na escola e que vivem só para provar para o universo que são bem-resolvidíssimas, estão supertranquilas com a própria aparência. Não estão. E nós, aqui de fora, sabemos disso. Sabe por quê? Porque, se tivessem mesmo superado todos esses mimimis de adolescente, vocês não estariam dançando sozinhas na cozinha ao som dessa garota, gritando para a geladeira ouvir que “o exército de vocês tem poder” e que o show que vocês estão dando é digno das “mulheres poderosas”. Poderosas? Pff. Sabe as mulheres “fogosas” da música da tal Anitta? As “invejosas” que ela canta, as “recalcadas” que você xinga no Twitter, sabe? Elas nem lembram que você existe. E estão pegando o gatinho que você (há-há, “menina má”) finge que está ignorando, fazendo passar vontade. Faz-me rir. Mas, por outro lado, aproveite seu momento, baranguinha. Há tantos anos que os funks só cantavam pras gostosonas do baile, né? As tchutchucas popozudas. Estava mesmo na hora de alguém ficar rico às custas da sua baixa autoestima. Mas que fique bem claro um detalhe: a tal da Anitta está em alta cantando para as feiosas, ganhando dinheiro e fazendo sucesso com isso... Porque ela é linda. E tem um corpo incrível. E faz o “quadradinho” com um bumbum impecavelmente malhado. Não vá achando que você pode também. Não pode. E não tente. Pelo bem dos olhos do coitado do seu marido que, desavisado, pode entrar na cozinha em um momento errado. Não gostou da minha argumentação, coisinha linda? Então, tá lendo por quê? FONTE: R7.COM

segunda-feira, 17 de junho de 2013

“Honestamente, tem dias que gostaria que acabasse”, diz Ringo Starr sobre o interesse infinito nos Beatles

Ringo Starr se reuniu ao passado nesta semana quando foi apresentado à exposição Ringo: Peace & Love, uma mostra vívida de artefatos da vida e da carreira dele, aberta ao público nesta quarta, 12, no Museu do Grammy, em Los Angeles. Lá está exposta a coleção pessoal de Ringo de memorabilia, de fotos de infância ao paletó rosa de cetim que ele usou na capa do disco Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, e baterias, desde a que ele usou no The Ed Sullivan Show, nos anos 60, até a atual, que ele toca na All-Starr Band. Há cartas da era pré-Beatles e uma pequena pintura de George Harrison celebrando o aniversário de Starr em 1974. “Estava em diferentes lugares do mundo e nós juntamos tudo”, Starr disse durante uma entrevista coletiva de imprensa no local. Robert Santelli, diretor executivo do Museu do Grammy, chamou Starr de “o baterista mais significante da história do rock and roll”. Os efeitos da beatlemania podem ser vistos em um antigo adesivo no qual se lê “Ringo for President”. Está lá também o paletó preto de veludo que ele usou no filme/show The Last Waltz, da The Band, além de uma cabine para que o público possa cantar “Yellow Submarine” e baterias que podem ser usadas, enquanto é exibido um vídeo de Ringo Starr dando aulas do instrumento. Antes da coletiva, Starr falou à Rolling Stone sobre a exposição, a próxima turnê com a All Starr Band (que passa pelo Brasil em outubro) e os planos para um novo disco. Há algo na exposição que você valoriza mais? A bateria, na verdade. Não porque é a bateria que usei no Ed Sullivan, mas porque era a bateria que eu amava. É sempre a bateria. Provavelmente a maior coisa lá é o paletó do Sgt. Pepper. Ele parece novo. Bem, eu não o vesti ultimamente. Só visto em casa. Você parece ter cuidado muito bem de todas essas coisas. Eu não cuidei de todas elas. Fiquei chocado que tinha tudo isso. Estava em porões, em armazéns. Tudo foi colocado em lugares seguros por dois dos meus assistentes durante anos na Inglaterra. Eu gostaria de dizer que fui eu, mas não, eu fui bem descuidado. Mas nós achamos, o que foi ótimo. Temos que agradecer à minha mãe por uma parte da exposição. Quando ela morreu, em 1986, levamos algumas caixas da casa dela, e achamos a carta do Rory Storm lá, que eu amo, porque eu não sabia que tinha algo assim. Há também cartas de Brian Epstein sobre um show importante: “Vista-se bem”. Fiquei encantado com algumas coisas que encontrei. A exposição vai viajar para outros lugares? Quando começamos, ela ia viajar. Tínhamos grandes ideias. Mas eu queria que fosse aqui. É o lugar natural para ela. Depois, vamos fechar e pensar de novo. Se você quer ver, é melhor vir até aqui. Há aulas em vídeo suas na exposição. Seu filho, Zak, se tornou um grande baterista de rock, tocando com The Who, Oasis e outros. É difícil passar algo assim adiante. Eu dei uma aula a ele. Algumas semanas depois, eu disse: “Vamos ouvir você tocar. Ah, isso é ótimo. Agora deixa eu te mostrar a próxima lição”. Ele falou: “Oh, eu consigo fazer isso, pai”. Ele tinha 10 anos. E aí pensei, “bem, agora é com você”. Ele encontrou o próprio estilo e é um baterista incrível. Mas foi difícil quando ele era adolescente [risos]. Foi estranho. E ele toca guitarra e piano muito bem. Ele é mais musical que eu. O irmão dele toca bateria também, em uma banda. Todos os filhos do papai tocaram bateria. O que você procura nas pessoas com quem toca? Com a All-Starr é um mistura, mas eu gosto porque tenho a chance de ser apenas o baterista, e toco músicas de outras pessoas. E então viro frontman – faço metade do show lá na frente, porque gosto da reação do público. Vamos nos juntar e fazer uma turnê pela América do Sul a partir de outubro, e terminar em Vegas. Você está trabalhando em novas músicas? Eu comecei o próximo disco. Tenho sete faixas bem básicas – é o que faço e é como fiz os últimos três discos. Eu faço bases com o sintetizador e então toco bateria em cima. “Isso é um verso, isso é um refrão.” É ótimo com a tecnologia moderna. As notas estão lá. Vamos colocar as guitarras e o baixo e, se tivermos sorte, uma grande seção de metais desta vez. Houve um momento específico no qual você percebeu que o interesse nos Beatles nunca iria acabar? Honestamente, tem dias que você gostaria que acabasse. Você vive com isso. Acabou há muito tempo. A música continuou, o que é o mais importante, porque a música é ótima. A gente não sabia que iria durar. Se você olhar para as fotos, John [Lennon] disse que iria durar quatro anos. Paul [McCartney] pensou que iria escrever, George [Harrison] iria abrir uma garagem, e eu achei que iria abrir um salão de cabeleireiros. Fazer um disco, fazer um single em vinil, cara, naqueles dias era simplesmente incrível, e então a gente estava tocando no rádio. Nós trabalhamos duro, mas sabíamos que ia tocar na BBC em tal hora. Nós parávamos e ouvíamos. Era ótimo. FONTE: UOL.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Mulher de roqueiro, atriz Malu Mader revela o que não sai do seu MP3

Se Show das Poderosas, hit de Anitta, e Amor de Chocolate, sucesso de Naldo, estão na boca do povo, Malu Mader não deve fazer parte desta metade... A atriz desviou da pergunta e não revelou se escuta Naldo ou Anitta, mas afirmou para o R7, na noite de quarta-feira (12), que não faz restrições quando precisa carregar seu MP3 com novas músicas. — No meu iPod toca de tudo. Tudo mesmo! Eu não faço restrição quando o assunto é música. Quando uma pessoa gosta muito de um tipo de música acaba ficando muito restritivo e fechado. Basta uma música tocar meu coração que já entra para a minha discoteca. E seu eu gosto, não é trash. Na plateia do Prêmio da Música Brasileira, a atriz da novela Sangue Bom (Globo) foi acompanhar o marido, o titã Tony Bellotto, e falou sobre a relação da família com o assunto música. — O que toca sempre na minha casa é Stevie Wonder, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Titãs (claro!), Jorge Ben... E as crianças acabam me apresentando bastante coisa também. Com eles, por exemplo, a gente gosta de ouvir Bob Marley. Para viajar é ótimo, porque você consegue dormir, conversar, cantar, que não atrapalha. FONTE: R7.COM

quinta-feira, 13 de junho de 2013

The Wanted confirma participação de Justin Bieber em novo CD da banda

A boyband britânica The Wanted confirmou nesta quarta-feira (12) a participação de Justin Bieber em seu novo álbum, que será gravado em setembro. A informação foi dada para a MTV britânicos. Nos meses passados, a banda deu a entender que Bieber era um potencial colaborador no álbum "Battleground" de 2011. Já em outubro, a boyband disse à MTV que eles tinham escrito uma música com Bieber. The Wanted contará também com Dr. Luke, Rita Ora e Nasri para o próximo trabalho. No mês passado, a banda The Wanted lançou o clipe do hit "Walks Like Rihanna", que homenageia a musa do pop Rihanna. No vídeo, os garotos decidiram satirizar as boybands dos anos 90 e ensaiaram passos usados para os clipes da época. FONTE: UOL

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Novo single de Miley Cyrus foi composto para Rihanna, revela produtor

A nova faixa de Miley Cyrus revelada na semana passada, "We Can't Stop", não foi composta especialmente para a ex-estrela da Disney. De acordo com o produtor Mike WiLL Made It, a canção foi elaborada para Rihanna, com quem trabalhou em "Pour It Up", terceiro single do LP "Unapologetic". "Originalmente, quando trabalhei em 'We Can't Stop', nós a tínhamos feito para Rihanna. A ideia era mais na direção de Rihanna", disse o músico à MTV. "Rihanna logo ouviu 'Pour It Up', e nem escutou 'We Can't Stop'". De acordo com Mike, a gravadora Sony acreditou que a faixa fosse perfeita para a voz da cantora de "Party In The U.S.A.". "Eles a tocaram para ela, ela gostou, então pensei 'vamos gravar uma faixa'. Mas acabamos indo ao estúdio e pegando uma energia boa. Ela é bem legal, uma pessoa normal. Entramos, ela pegou com tudo a gravação e a fez com o seu estilo. Então ela soa totalmente diferente daquilo que nós imaginamos originalmente". Entre as faixas que teriam sido gravadas por outros artistas e acabaram famosas na voz de Rihanna estão "Disturbia" (Chris Brown) e "Umbrella" (Britney Spears). "We Can't Stop" é o carro-chefe do quarto LP de estúdio de Cyrus, que deve chegar ao mercado este ano. FONTE:vagalume.com.br

terça-feira, 11 de junho de 2013

Pearl Jam pode lançar novo single em julho

De acordo com informações do site All Access, o Pearl Jam pode lançar um novo single no mês de julho. Intitulada de "Mind Your Manners", a música poderá integrar o novo disco da banda, que tem previsão de lançamento ainda em 2013. Em entrevista à Rolling Stone americana em fevereiro, o guitarrista Mike McCready falou sobre o novo trabalho: "Acho que existem algumas coisas meio experimentais acontecendo. Há uma vibração de Pink Floyd em algumas músicas, um pouco de punk rock em outras coisas" . O último lançamento do Pearl Jam foi o álbum "Backspacer", de 2009. A banda passou pelo Brasil em março deste ano, como atração do festival Lollapalooza Brasil. FONTE: R7.COM