quinta-feira, 11 de julho de 2013

Gravando com Nile Rodgers, Rogério Flausino diz que "novo álbum do Jota Quest é para dançar".

Encerrando a gravação do novo álbum, ainda sem nome, com produção do baixista da banda Chic e participação do guitarrista Nile Rodgers, que já gravou com Aretha Fraklin e recentemente com o Daft Punk, o Jota Quest prepara o lançamento do novo álbum para o mês de outubro. Em conversa com o UOL, o vocalista Rogério Flausino disse que o disco voltará as raízes de soul e funk do primeiro trabalho, "J.Quest" (1996), além de ganhar uma pitada maior de disco music, que coloca o CD na prateleira dos "para dançar". "A gente tem bastante música para pular, para beijar, mas esse álbum é para dançar", introduz o mineiro. "A gente tá fazendo uma outra parte da produção que é do Adriano Cintra, ex-Cansei de Ser Sexy e o Pretinho da Serrinha, que é a parte balanço do Brasil, que eu achava que tinha que ter, bastante percussão e metais também". A banda pretende lançar o primeiro single com Rodgers na primeira semana de agosto, enquanto os acordes do guitarrista americano ainda soam nas rádios com "Get Lucky", single bem-sucedido de "Random Access Memories", lançado em maio pelo duo francês. Mas, Flausino adianta que a referência disco e a presença do guitarrista é o máximo que o álbum se aproxima do Daft Punk. "O novo do Daft Punk obviamente a gente enxerga que é o Daft Punk quando o vocoder entra, mas é um novo Daft Punk mesmo, é tocado com baixo guitarra e bateria de verdade, não houve programação de computadores, houve execução de teclados sintetizados. Indiscutivelmente legal. Mas o Jota Quest não é o Daft Punk, então a gente tá fazendo disco music com funk e soul. Mas é disco, a gente tem umas três faixas que são bem disco, é igual nosso primeiro álbum, que tem um pouquinho de cada coisa." O vocalista ainda lembra como aconteceu o contato com Rodgers pela primeira vez. "Em 2011 teve um evento em São Paulo que foi Jota Quest e Chic, a gente sempre pagou o maior pau pros caras. Eu acho que esse foi um momento que definiu a nossa volta, que já estava programada faz um tempo. Quando a gente conheceu o cara pessoalmente. Nesse dia, apareceu um monte de gente para conhecer o cara também. Desceu o Seu Jorge, o Mano Brown pintou na área, o DJ Hum", relembra. "Aí o PJ (baixista da banda) começou a conversar com o Jerry, que achou maneiro o lance, foi ver um show da gente em Nova York, topou produzir algumas faixas e acabou produzindo todas." A banda pretende introduzir o álbum nos festivais dos próximos meses. "Nossa ideia é no dia 31 de agosto já tocar pelo menos duas faixas, que já é o show preparatório para o Rock In Rio, que a gente toca no dia 15 de setembro. Mas a turnê do disco novo só começa no ano que vem", explica. "Antes disso a gente quer fazer bastante ensaio aberto por que a gente tem muita necessidade e o festival é complicado por que você tem uma hora pra tocar e você não pode chegar e tocar seis músicas novas, não é uma coisa que combina com o Jota Quest também. Você acaba perdendo muito o público, não é o ambiente certo." O vocalista esteve na manhã desta quarta (10), em São Paulo para falar sobre a sua participação no festival Circuito Banco do Brasil, onde tocará no mesmo dia que a banda Red Hot Chili Peppers. "Para gente vai ser muito importante tocar com o Red Hot, maior banda do planeta terra. Receber eles em nossa cidade vai ser uma honra, vamos receber com uma pinguinha", disse, aos risos, durante a divulgação da programação do festival. FONTE: UOL

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Lady Gaga não quer que documentos "sensíveis" a seu respeito venham a público

Lady Gaga não quer que documentos com detalhes sobre sua vida pessoal e profissional se tornem públicos. Os papéis que contém informações "sensíveis, privadas e pessoais" da estrela podem se tornar públicos por conta de um processo travado entre duas pessoas que descobriram o potencial da cantora: a amiga e antiga colaboradora Wendy Starland e o produtor, e ex-namorado de Gaga, Rob Fusari. Starland acredita que Fusari não lhe pagou o que seria devido pela sua ajuda no desenvolvimento da carreira de Lady Gaga e busca receber o que lhe é devido nos tribunais em um processo se arrasta desde 2010. Gaga não está diretamente envolvida na briga entre os dois, mas fez pedido formal para um juiz americano para que nenhum documento a seu respeito se torne público pois isso poderia lhe causar "danos pessoais e profissionais significativos", caso venham a público. FONTE: vagalume.com.br

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Em biografia, Jair Rodrigues revelará detalhes de amizade com Roberto Carlos e outros famosos

O cantor Jair Rodrigues está produzindo um biografia e conta com a ajuda dos filhos Luciana Mello e Jair Rodrigues. À coluna Diário da Fama, do jornal Diário de S. Paulo, o cantor confidenciou que o livro terá revelações sobre o relacionamento com o cantor Roberto Carlos e outros amigos famosos, como Tim Maia, Raul Seixas e Wando. — Vivíamos num mundo em que todo mundo era solteiro. Nós frequentávamos as baladas da época. À publicação, Jair ainda confessou que nunca experimentou nenhum tipo de drogas. — Sempre passei longe disso, Eu sou muito saudável. Eu me cuido desde os 20, não deixei para ir ao médico, por exemplo, quando fiz 70 anos, Por isso, às vezes, posso tomar vinho e uísque, Recentemente, Jair Rodrigues se encontrou com o Rei Roberto Carlos e acertou a regravação do clássico Como É Grande o Meu Amor por Você. FONTE: R7.COM

sábado, 6 de julho de 2013

Museu judeu londrino abre mostra sobre lado íntimo de Amy Winehouse

As raízes da cantora britânica Amy Winehouse se misturam com lembranças pessoais e influências musicais em uma exposição inaugurada nesta quarta-feira no London Jewish Museum (Museu Judeu de Londres) e organizada pelo irmão da artista, Alex. Amy Winehouse: Retrato de Família mostra o lado mais íntimo da cantora em um acervo de fotos, roupas e objetos pessoais que sua família doou ao museu, situado no bairro de Camden Town, onde a artista morreu aos 27 anos no dia 23 de julho de 2011. Trata-se de uma exposição inédita, na qual seu irmão Alex e sua cunhada Riva pretendem homenagear a cantora e aproximar o público da paixão que Amy sempre sentiu pela música, pela moda, por sua família e por Londres, cidade onde cresceu. — É o retrato de alguém que era, em essência, uma menina judia do norte de Londres com um grande talento e que só queria ser fiel à sua cultura e à sua herança. Uma mala cheia de fotos inéditas abre o trajeto pelas lembranças da estrela do soul através de suas atuações e sonhos de infância. "Quero ser lembrada como atriz, cantora, vender todas as entradas de meus shows, chegar aos melhores teatros londrinos e atuar na Broadway. Quero ser lembrada por ser simplesmente eu", escreveu a intérprete de Rehab em 1997, com apenas 14 anos. Focando em seus primeiros passos no mundo artístico, quando seus problemas com as drogas ainda não eram um entrave em sua carreira musical, o museu recuperou algumas gravações de suas performances na escola de arte Sylvia Young. Quase dois anos após sua morte por causas ainda desconhecidas, Amy Winehouse continua sendo um dos grandes ícones da música soul graças a um estilo próprio marcado nas letras e melodias de seus dois únicos discos, Frank (2003) e Back to Black (2006). "Na família do meu pai, todos são loucos por música e dança. São todos extravagantes", relatou a artista em um de seus textos. A exposição também inclui fotos de sua avó paterna, Cynthia, muito presente na vida de Amy, e um vínculo vital da artista com suas origens judias e sua paixão pelo jazz. Outro de seus pontos mais característicos era a inclinação pela moda, algo que também aparece nesta exposição através dos vestidos, camisetas, lenços e sapatos que a artista mais usava. A curadora da exposição do London Jewish Museum, Abigail Morris, falou sobre Amy à Agência Efe. — Amy sempre foi uma menina muito independente e excepcional. Ela se destaca das outras jovens em todas as fotos. Era única. Situado no coração do bairro de Camden Town, onde Amy morou em seus últimos anos de vida, o museu considera "uma honra" acolher em suas salas uma exposição sobre uma artista "orgulhosa de suas raízes judias". O London Jewish Museum, inaugurado na capital britânica em 1932 e que está em seu atual endereço desde 1995, abrigará a exposição Amy Winehouse: Retrato de família de hoje ao dia 15 de setembro. FONTE: R7.COM

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Opinião - Nova lei que fiscaliza o Ecad é vitória dos artistas

Ao que tudo indica, o Brasil está muito próximo de criar um órgão com a competência de fiscalizar o Ecad, por meio do projeto de lei 129, originário do Senado. Com isso o país deve encerrar mais de 20 anos de uma trágica excepcionalidade: somos o único país do mundo em que a entidade que arrecada e distribui direitos autorais não possui qualquer forma de supervisão ou regulação. Isso aconteceu desde quando Collor extinguiu, em 1990, o órgão que tinha competência para essa supervisão, que jamais foi recriado. Até mesmo os Estados Unidos, país onde existe concorrência entre as entidades arrecadadoras, possuem um complexo sistema de regulação dos "Ecads" locais, incluindo mecanismos de defesa dos artistas e tribunais para a correção de preços abusivos. No caso do Brasil a situação é preocupante: há uma entidade que detém o monopólio sobre suas atividades, mas ninguém a fiscaliza. Isso viola o princípio básico de que nunca deve haver um monopólio sem regulação. As distorções geradas por essa situação foram muitas e penalizaram os artistas e criadores brasileiros. Na sua maioria absoluta, mesmo aqueles no topo da fama, como Roberto Carlos, Gilberto Gil, Ivan Lins, Caetano Veloso, dentre muitos outros, sentiam-se incomodados e insatisfeitos com uma entidade que arrecadava mais a cada ano, mas não operava com transparência, nem mesmo com um padrão de serviços que se comparasse ao oferecido por entidades similares em outros países. Além disso, os diretores do Ecad e das associações que o compõem praticamente exerciam funções vitalícias. Muitos estão no mesmo cargo há 20 ou até 30 anos, sem renovação ou atualização. Por fim, a entidade sofria com problemas de representatividade. A internet criou um enorme contingente de novos criadores, de DJs a artistas de música eletrônica, de bandas indie, a projetos caseiros de música experimental. Nenhum deles se sentia representado pelo Ecad. E essa percepção era real: o sistema de representatividade interna era obscuro e obsoleto. Em vez de um critério democrático (uma pessoa um voto), era adotado um critério plutocrático (as sociedades que arrecadavam mais dinheiro possuíam mais votos). Isso fazia com que apenas duas associações (dentre 9 existentes) concentrassem todo o poder decisório do órgão, blindando-se não só da fiscalização externa, mas também da fiscalização interna, que poderia ser feita pelos próprios artistas. Com isso, as queixas de que o Ecad era uma caixa preta se multiplicavam. Elas culminaram no trabalho da CPI do Senado Federal (da qual, vale mencionar, participei a convite do Senado como advogado expert no assunto, ajudando a redigir o relatório final). O projeto de lei que agora se aprova tem origem nos trabalhos da CPI, que fez um minuncioso relatório apontando todos os problemas do órgão. Outro elemento importante é que o trabalho da CPI ajudou a informar o Cade, o órgão responsável pela defesa econômica no Brasil, que terminou por condenar o Ecad na prática de formação de cartel e abuso de posição econômica dominante. Esse foi o estopim que faltava para que os artistas se articulassem definitivamente em torno dessa importante causa. Com isso, os artistas tornaram-se imediatamente protagonistas no debate do projeto do Senado. Bem articulados, apresentaram diversas sugestões de modificação e aprimoramento, que foram aceitas e incorporadas ao projetos, melhorando sua redação. Com a aprovação do projeto pelo Senado, o Brasil agora tem a chance de ter uma das leis mais modernas do ponto de vista comparativo global sobre a arrecadação e distribuição dos direitos autorais. O projeto traz diversas conquistas e ponderações, muitas delas sofisticadas e bem-pensadas. Por exemplo, estabelece que as associações que compõem o Ecad agora terão todas o mesmo peso de voto (1 voto por associação). Essa solução engenhosa faz com que os artistas passem a procurar se filiar a cada uma delas não mais por razões políticas, mas sim por razões de eficiência. Antes os artistas basicamente filiavam-se a apenas duas associações, justamente aquelas que controlavam todo o sistema (as outras eram associações que não tinham praticamente nenhum poder decisório). A partir de agora, a associação que oferecer os melhores serviços e ao menor preço (a taxa de administração menor) vai atrair mais artistas e criadores. O sinal para a tomada de decisão deixa de ser um sinal político, errôneo por princípio, e passa a ser um sinal de eficiência. Além disso, o Ministério da Cultura passa a ter a prerrogativa de fiscalizar o Ecad e até mesmo de cassar sua licença de funcionamento em caso de abusos graves (respeitado o princípio da ampla defesa). Os princípios dessa fiscalização incluem a garantia de assegurar a transparência, eficiência, modernização e que os artistas e criadores sejam o centro e elemento mais importante na arrecadação e distribuição de direitos autorais. Faz sentido. Em outros países o artista tem acesso aos seus direitos a receber de forma eletrônica, como se fosse uma conta bancária. No Brasil algo assim ainda estava longe de ser implementado. A lei também estabelece que a cobrança de direitos autorais deve ser feita de forma proporcional a sua utilização. Faz sentido. Um restaurante que toca músicas apenas na hora do almoço, por 3 horas por dia, tem de pagar de forma proporcional a esse uso. Um restaurante que, por sua vez, fique aberto 24 horas e toque música durante todo esse período deve pagar mais. Antes dessa mudança todos pagavam o mesmo preço. Se o restaurante tocasse apenas uma música durante o mês, já teria de pagar o preço "cheio", relativo a todo o repertório de músicas do Ecad. Era um sistema de tudo ou nada. Ou pagava por todo repertório, ou não podia tocar música legalmente. A lista de conquistas da lei que fiscaliza o Ecad é enorme. É praticamente uma nova alvorada para os artistas e criadores brasileiros. Muitos deles envolvidos na luta por um aprimoramento do sistema há mais de 15 anos. Era uma luta que parecia inglória. Mas que agora, graças ao protagonismo e à articulação ocorrida entre os próprios artistas, está prestes a tornar-se vitoriosa. Ganha o criador, ganha a nova geração de artistas que não se viam representados para o Ecad. E ganha a sociedade como um todo, que assiste de camarote à possibilidade de finalmente o Ecad começar a entrar em sintonia com os valores do século 21. FONTE: Ronaldo Lemos* Especial para o UOL

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Fotos dos Stones envelhecidos faz tabloide citá-los como "mortos-vivos"

A capa do jornal britânico "Daily Mail" de segunda-feira (1º) mostrou uma imagem de Mick Jagger e Keith Richards, vocalista e guitarrista dos Rolling Stones, que se apresentaram no festival Glastonbury em 2013. No título da foto, o periódico sugere que o rosto dos músicos está envelhecido demais: "Noite dos mortos-vivos em Glastonbury", dizia o texto. Com quase 70 anos -- o aniversário será no próximo dia 26 -- nas costas, Jagger mostra a face com rugas e o pescoço, com uma veia em evidência. Já Richards, que completará sete décadas de vida em dezembro, também não foi poupado pelo jornal por conta do cabelo branco, o princípio de calvície e as linhas no rosto. Velhos ou não, os Rolling Stones foram aclamados durante a apresentação, realizada no sábado (29). Entre as faixas tocadas estiveram "Jumpin' Jack Flash", "Paint It Black" e "It's Only Rock'n Roll (But I Like)". Ao todo, o show durou 2 horas e 15 minutos. FONTE: UOL

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Gretchen revela que abandonou a carreira de cantora

Gretchen se casou em segredo em Paris, no começo do mês. É na capital francesa que a rainha do rebolado está morando. A dançarina virou empresária e agora é sócia em uma loja de roupas e em uma TV brasileira local. Por causa disso, Gretchen revelou que vai dar um tempo na carreira musical. Em Paris, Gretchen se casa pela 17ª vez A revelação foi feita nesta terça-feira (25) no programa A Tarde É Sua (Rede TV!), via skype. Gretchen confessou à apresentadora Sônia Abrão que não vai mais fazer shows e que dá por encerrada sua vida como cantora. Gretchen disse que só vai fazer show em casamento de amigos ou situações mais informais e revelou que não sente falta dos palcos. FONTE: R7.COM