terça-feira, 10 de setembro de 2013

Acústico de Eric Clapton será relançado em formato de luxo.

O álbum "Unplugged" de Eric Clapton receberá uma edição de luxo 21 anos depois de seu lançamento. Esse foi um dos primeiros programas da série "Acústico MTV" a ser lançado em disco. O sucesso dele foi tão grande - mais de 10 milhões de cópias vendias só nos EUA - que não só deu um novo ânimo à carreira de Clapton, como também deu início a uma série de álbuns acústicos, boa parte deles feitos com a chancela da MTV. A edição comemorativa do disco sairá no dia 15 de outubro e será um pacote triplo. O primeiro disco terá o álbum original remasterizado. No segundo o fã ouvirá seis músicas pela primeira vez. São takes alternativos e faixas que não foram aproveitadas na transmissão original. O terceiro disco será um DVD, que trará além do programa original, mais de uma hora de material filmado durante os ensaios para o show. FONTE: R7.COM

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

"Parece que estou em férias", diz Beyoncé sobre turnê pelo Brasil.

Vestida com um shorts jeans e uma camiseta bem à vontade, Beyoncé entrou sorrindo e desfilando suas pernas exuberantes no encontro marcado com dez jornalistas brasileiros, antes do primeiro show de sua turnê "Mrs. Carter Show" no Brasil, neste domingo (8) em Fortaleza (CE). Ela falou sobre maternidade, retorno ao Brasil - depois de passagem em 2010 - e a importância de fazer uma mistura de boa música e mega produção. A diva do pop respondeu a somente três perguntas, previamente selecionadas por sua produção. Ela falou sobre maternidade e carreira, retorno ao Brasil e sobre a importância de fazer uma boa música. Apaixonada pelo Brasil, Beyoncé contou que trouxe sua filha de um ano e oito meses, Blue Ivy, junto com ela. A cantora se diz "muito feliz em poder oferecer outra cultura e outros hábitos para a criança". "O Brasil é um dos meus lugares preferidos, pelo espírito e pela paixão que o povo tem. Estou me sentindo muito feliz e sinto que não estou trabalhando, parece que estou tirando férias", declarou ela com empolgação. A diva americana, que deu à luz em janeiro de 2012, afirmou que sabia do peso que uma criança poderia dar em sua carreia. "Meu sonho sempre foi conciliar a minha carreira com a maternidade, mas sabia que isso é muito difícil para qualquer mulher", afirmou. Após o show desta noite, Beyoncé se apresenta em Belo Horizonte, no Mineirão, no dia 11; em São Paulo, no Estádio do Morumbi, no dia 15; no Rio de Janeiro, no Rock in Rio, no dia 13; e em Brasília, no Estádio Nacional, no dia 17. Durante a entrevista, Beyoncé contou que a turnê "Mrs. Carter Show" é a maior que já fez e na qual mais investiu desde o início de sua carreira solo em 2003, logo após deixar o grupo Destiny's Chlid. "Sempre procuro o que tem mais de tecnológico, mas o que conta é óbvio que é a minha energia no palco, a minha conexão com a multidão. Eu gosto dessa mistura de Broadway, músicos, balé, tudo junto. Gosto de trazer sempre elementos novos para os fãs", disse ela. Trabalho social Além da imprensa, Beyoncé recebeu jovens da ONG Central Única das Favelas do Ceará (Cufa). Emocionadas e muito felizes, nove felizardos tiveram a oportunidade de passear pelo backstage, abraçar, conversar e "fazer coração com as mãos" com a diva. "Ela foi um amor com a gente. Fez coração com as mãos com a gente. Foi muito emocionante. Depois disso, eu vou para o show arrasar", disse o fã Gleydson Rodrigues, de 15 anos, que faz parte do projeto que passa por comunidades carentes de todo o Estado. Já para Samantha Nascimento, 14, Beyoncé foi "como uma segunda mãe" para eles. "Nunca imaginei que ela passaria tanto amor para nós", contou a garota, que chorou o tempo todo que esteve ao lado da cantora. No último dia 31, o UOL acompanhou e transmitiu a apresentação da cantora no Budweiser Made in America Festival, na Filadélfia (EUA). A turnê "Mrs. Carter Show" tem mais de 2h de duração, mas o show que ela apresentou no festival norte-americano foi uma versão reduzida de 90 minutos, que excluiu o já famoso ato em que ela voa por cima do público, pendurada em cabos de aço. Mesmo sem os artefatos, ela mostrou o que todo mundo já sabe: Beyoncé é linda, talentosa, bem-sucedida, dona de habilidades vocais invejáveis e dança como só Beyoncé sabe dançar, numa combinação de poder, graça e elegância. FONTE: UOL.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Resultado do Prêmio Multishow dá atestado de óbito ao rock comercial.

Não está fácil para o rock brasileiro. Se o Prêmio Multishow se propõe a traçar um retrato da atual música comercial no país --e consegue--, a cara do som contemporâneo é o pop para dançar, o pagode de festa, o sertanejo romântico. O evento, que neste ano chegou à 20ª edição, escancara uma lacuna do nosso cenário: a falta de bandas de rock com relevância para o mainstream. Lacuna essa que surge por dois motivos: a cena roqueira que não se renovou nem apresentou grandes rupturas; e a provável falta de interesse do jovem de hoje, que não se comove mais com esse gênero. Com as recentes mudanças na MTV Brasil e, consequentemente, o futuro indefinido do VMB (Vídeo Music Brasil), o Prêmio Multishow tem a chance de brilhar sozinho no cenário da música brasileira contemporânea de forma mais ampla. É lá que artistas populares como Anitta e Naldo --as grandes novidades que apareceram no último ano-- podem ter seu momento de glória. O que se questiona é se estes cantores com tão pouco tempo de exposição possuem méritos suficientes para já se destacarem em premiações deste porte. Já faz algum tempo que a importância de um prêmio no currículo dos astros ou para o conhecimento do público está banalizada. Afinal, o que um troféu acrescenta, de fato, à carreira do artista? E quem ainda se lembra dos ganhadores do ano passado? Com tantos fã-clubes conectados mundo afora, a premiação deixou de ser um simples atestado às boas obras para glorificar as bandas e artistas mais populares e pasteurizados através de votos do grande público. Neste caminho, o Multishow cumpre o papel de salientar o nosso cenário presente para o bem e para o mal. Por meio das indicações sabe-se que o jovem gosta da música popular representada por Paula Fernandes e Michel Teló no sertanejo, da música pop com influências de funk vindos de Anitta e Naldo, do samba eletrônico do Oba Oba Samba House (que saiu direto da trilha sonora da novela "Salve Jorge"). Quem esteve na plateia do Prêmio Multishow, na noite de terça-feira (3) no Rio, presenciou a torcida da plateia: a cada vez que Luan Santana, Zezé Di Camargo e Luciano ou um integrante da Turma do Pagode passava em frente ao público, todos juntos cantavam uma música do determinado artista. Por outro lado, o Prêmio aposta em um júri especializado --composto por jornalistas (que inclui a jornalista que aqui escreve), críticos e gente do ramo-- para tentar filtrar e lançar novos nomes para ouvidos cansados da mesmice. Neste ano saíram novidades interessantes como o capixaba Silva (vencedor na categoria "nova música") e a rapper indie Karol Conká (que levou a melhor como "artista revelação"), mas ambos em atividade há, pelo menos, dois anos. Nada tão novo assim. O rock mainstream trouxe poucos representantes neste Prêmio Multishow 2013. Entre os indicados havia apenas Di Ferrero, do NX Zero, concorrendo a melhor cantor e perdendo para Luan Santana, e O Rappa entre os nomeados a melhor grupo mas superado por Sorriso Maroto. No rescaldo de 2012, o Fresno poderia ter sido selecionado por seu ambicioso "Infinito" com influências de rock progressivo, ou o Capital Inicial por "Saturno", que, apesar de não trazer novidades, é um importante representante do rock clássico. Paralelos à indústria musical de massa, poderiam ser lembrados Vespas Mandarinas (do ex-VJ Chuck Hipolitho) e seu "Animal Nacional", a banda paranaense Nevilton e o disco "Sacode!", ou os goianos do Black Drawing Chalks com "No Dust Stuck On You". Mas, a depender do termômetro do Prêmio Multishow, o rock mainstream brasileiro morreu e os nomes interessantes do underground ainda não conseguem furar este bloqueio. FONTE: UOL

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Double You em Belém. Não Perca!

Amanhã estará se apresentando em nossa capital, um dos grupos de maiores sucessos do vasto universo da dance music, trata - se de nada mais nada menos do que o DOUBLE YOU. Tal grupo liderado pelo italiano William Naraine se destacou bastante durante os anos 90. Neste sentido, hits como: I missing you, run to me, heart of glass, please don´t go, we all need love, looking at my girl, she´s beautiful, because i´m loving you, what can i do, let you go, entre outros; são cantados pelos seus fãs até hoje. É importante ressaltar que a vinda de Double You a Belém está sendo promovida pelo projeto: De Volta Aos Bons Tempos (Balada dançante onde se aprecia o melhor da dance music dos anos 70,80 e 90), tal projeto é capitaneado pelo renomado DJ Euclides Coelho. O show do Double You, acontece amanhã: 06/09/2013, apartir das 22h, na Casa de Shows - Amazônia Hall. Os ingressos podem ser adquiridos nas várias lojas LOCUS espalhadas por Belém. Estes ingressos custam apartir de R$ 30,00. Com certeza, vale a pena conferir!

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Com álbum independente, Guilherme Arantes ganha prêmio de Melhor Disco: “Foi emocionante”.

Guilherme Arantes rompeu com as gravadoras e lançou seu novo álbum, Condição Humana, de forma independente. A estratégia deu certo e o cantor foi consagrado no Prêmio Multishow 2013 como o melhor álbum. A escolha foi feita por um time de personalidades da mídia. — Foi emocionante! Ganhei com um disco de adolescente aos 60 anos. Sem Lei Rouanet, sem selo, sem nada. Totalmente independente. Na própria apresentação do álbum, o cantor enfatiza que o disco foi feito seguindo apenas a sua própria vontade. “Desta vez foi mandatório não fazer nenhuma concessão e não ficar ouvindo abobrinha de nenhum produtor que tenha caído “de paraquedas” no meu trabalho”, diz em seu site. FONTE: R7.COM

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Kanye West recebe R$ 7 mi para cantar em festa de ditador

Kanye West se juntou ao grupo dos artistas com shows politicamente controversos. De acordo com o site americano TMZ, o rapper recebeu uma quantia de aproximadamente 7 milhões de reais para realizar uma apresentação particular no Cazaquistão, durante a festa de casamento do neto do presidente, Nursultan Nazarbayev, neste sábado. Segundo o site da CIA, o país vive sob um regime autoritário comandado por Nazarbayev desde que se declarou independente da extinta União Soviético, em 1991. O primeiro e único governante do Cazaquistão também é acusado de violar direitos humanos e fraudar eleições. Em 2011, o cantor Sting, ex-Police, recusou um convite do ditador para se apresentar em uma festa. Kanye West, no entanto, não foi o primeiro a realizar uma apresentação controversa para um chefe de Estado autoritário. Em julho, a cantora Jennifer Lopez recebeu o equivalente a 3,5 milhões de reais para cantar Parabéns no aniversário do ditador do Turcomenistão. Pouco mais de três anos após Beyoncé receber quase 5 milhões de dólares para fazer um show para o filho do ditador libanês Muammar Kadafi. FONTE: VEJA.COM

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

"Odeio esse negócio de idade", diz Milton Nascimento, aos 70 anos.

Milton Nascimento lançou, na última semana, em São Paulo – mesmo perguntando, atônito, para o divertimento de todos: "Aqui é São Paulo, né?", depois de uma hora de atraso –, o DVD comemorativo de 50 anos de carreira "Uma Travessia". Trata-se do registro da turnê que rodou 100 cidades do Brasil, Europa e América Latina, ganhando contornos de epopeias como as memórias do artista de 70 anos. Foi esse também o tom da conversa quase duas horas de Milton com os jornalistas: aspectos pitorescos de cidades por onde passou – como Pedro Segundo, no Piauí, e seus "potós" ("escorpeõzinhos que voam", explica), de sua própria vida, como as lembranças de menino em Três Pontas (MG), de companheiros do Clube da Esquina, de letras e músicas e lugares. Aliás, muitos lugares: "Adoro viajar e trocar ideias com pessoas diferentes, quando não colaborar com músicos diferentes", diz. É assim, gravando com artistas tão diferentes como Björk e Wayne Shorter, que Milton vem trilhando essa estrada cinquentenária. Quem se admira com o frescor de suas palavras, contando episódios de quando 'Lô (o parceiro, Borges) tinha 10 anos" e "Wagner [Tiso], 12" não imagina por quantas poucas, boas e nem tão boas assim Milton Nascimento já passou, Seu tom é contemplativo, contido, cadenciado, de paz. Só muda de tom quando contabiliza os anos de labuta: "Odeio esse negócio do idade". Independente do conservadorismo dos arranjos, os shows têm uma atmosfera mágica. E o mais surpreendente é que naquele artista de semblante contemplativo e sofrido há humor, alegria. "Um pai de santo me disse 'Você não pode ser assim, triste. Pois tem uma missão: alegrar as pessoas e ter um terreiro', ele continuou", conta Milton. Ele achou graça, além de pouco provável. Mas, outro dia, cantando "Travessia" no Maracanãzinho, deu-se conta de qual era seu terreiro: "O palco". "Tomara que isso não acabe" Desde a época do Clube da Esquina – o seminal disco que completa 40 anos –, é na ribalta que Milton se sente à vontade. "Gosto também de atuar e, o que pouca gente sabe, já fiz teatro com Plínio Marcos, em São Paulo", orgulha-se. O mesmo não acontece com relação à sua participação em Fitzcarraldo, de Werner Herzog. "Eu era apenas um porteiro, mas, a certa altura, por causa da piração do Klaus Kinski, eu pensei: 'Não vou mais ficar nesse filme, não'". O ator, segundo Bituca, testemunha ocular da história, era "uma cobra". "Nossa Senhora! Ele aprontou coisas que não posso nem contar aqui", entregou, arrancando risos da plateia de jornalistas. Se Milton planeja parar? "Tomara que isso não acabe nunca", disse. O DVD, lançado com um CD duplo homônimo, inclui os maiores sucessos e algumas preciosidades que Milton não cantava a tempos: "Morro Velho", famosa na voz de Elis Regina, e "Canção da América". Amigo é coisa pra se guardar E falando em amigos como Wagner Tiso ["Ele é o xodó") e Lô Borgues, convidados especiais do projeto, patrocinado pelo programa Natura Musica, ele se derrete. Outro amigo, sul-africano, a que Milton se refere como Rick e que conheceu em Los Angeles, enquanto perambulava de hotéis para estúdios e vice-versa, foi o estopim de Canção da América – "Eu nunca imaginei que iria virar o que virou", confessa Milton, revelando que outro sucesso, "Coração de Estudante", ele compôs para outro amigo, "que morava na Itália, precisava concluir estudos e veio fazer isso na minha casa", onde se deparou com uma planta que deu nome à música. O Clube da Esquina não existe fisicamente, "mas vem gente do mundo todo querendo conhecer o lugar", debocha. "Low profile", Milton Nascimento não se comporta como um pop star. De Tóquio a Los Angeles, passando por Londres, onde foi gravar com o Duran Duran a faixa "Breath After Breath" (coescrita por Peter Gabriel), considerada pela BBC uma das melhores do grupo. Significados Tudo parece casual porém especial, embebido de significado extrasensorial para o "bruxo" – como Milton foi chamado por um repórter do Huffington Post no festival de Montreaux. Sobre a nova geração, ele diz não fazer distinção entre um senhor de 90 anos e um garoto de 6 – este, que pediu para tirar foto com Milton e foi desafiado a cantar uma música dele. O menino mandou "Maria Maria", na íntegra "Fiquei extasiado!", diz. Foi mais ou menos como ele se sentiu assistindo à peça "Nada Será Como Antes", musical sobre sua vida, criado e encenado pelos diretores Charles Möeller e Claudio Botelho. "Só parei de chorar na 15ª música", lembra. "Foi bonito demais, Nossa Senhora! Mas eles não foram para Minas... Como é que pode?", pergunta com a mesma indignação que condena mascarados nas manifestações que varreram o país em junho. Milton, que resistiu aos anos de chumbo da ditadura militar nem sempre com a mesma desenvoltura que vestiu uma camiseta do Movimento Passe Livre (escrito "R$ 0,20") num show recente. "Acho muito bacana as pessoas estarem se unindo novamente para reivindicar o que desejam". FONTE: UOL