terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Campanha nas redes sociais pede um Natal sem Simone.

Quem presta vestibular este ano provavelmente não sabe o que é um Natal sem Simone. Há dezenove anos, é só chegar dezembro para que lojas, restaurantes e elevadores disparem a canção mais tocada e grudenta dessa época do ano: “Então, é Natal, e o que você fez?/ O ano termina / e nasce outra vez”. A voz da baiana Simone, cantora que já conta 40 anos de carreira, mas há quase duas décadas é mais conhecida como uma espécie de intérprete "do peru" do país, sobe para entoar nada menos que seis vezes o verso “Então é Natal”, quatro vezes a variação “Então, bom Natal” e outras três a abreviação “É Natal”. Em quatro minutos de canção. Cansados dessa repetição, usuários de redes sociais organizaram a campanha Natal sem Simone, que pede para estabelecimentos comerciais evitarem a faixa-chefe de 25 de Dezembro, disco lançado por Simone em 1995 – se não o álbum todo. Procurada para comentar a ação nas redes, a cantora não atendeu a reportagem. No programa Altas Horas, exibido pela Globo neste sábado, contudo, Simone, vestida de branco como um Roberto Carlos, considerou “lamentáveis” as críticas que 25 de Dezembro e Então É Natal vêm recebendo. "Eu lamento que se pratique esse ato violento e espero que a gravadora tome as providências cabíveis e necessárias, porque isso não cabe a mim, a mim cabe cantar", disse. Lamentável mesmo é que ela não entenda que toda repetição ao extremo vira tortura. E que não veja como esse trabalho que defende fez mal à sua carreira – que já foi, digamos, mais ambiciosa, flertando com o samba e a MPB, e hoje é estigmatizada pela canção do eterno retorno. Verdade seja dita, a música não é a pior do cancioneiro nacional -- a base melódica de John Lennon é respeitada e a letra em português, com profundidade suficiente para uma canção pop, se encaixa sobre ela. Mesmo o coral de vozes agudas, ao fundo, está na versão original. E ele é típico de músicas dessa época do ano, então, apesar do sentimentalismo transbordante, é perdoável. Duro de ouvir é a interpretação de Simone, que beira o romantismo desbragado -- impressão que os anos e anos de repetição da faixa só fazem agravar. Mas bizarro mesmo é a cantora mencionar livremente as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, alvos da bomba atômica, ao fim de uma versão que nada mais tem a ver com guerra, um dos motes de seu criador, John Lennon, que ao lado de Yoko protestava contra o conflito armado no Vietnã. Hiroshima e Nagasaki são jogadas na música como frutas secas em uma farofa de Natal. FONTE: VEJA.COM

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Anitta vira ídolo pop em 2013, mas terá "prova dos nove" ano que vem.

O Brasil viu surgir neste ano uma forte aspirante a ídolo pop. A carioca Larissa de Macedo Machado apareceu com o que manda o figurino próprio do gênero: hit chiclete, dança sensual, estilo sexy-sem-ser-vulgar, voz afinada, aparente simpatia e um nome artístico, Anitta --em "homenagem" à protagonista da série "Presença de Anita" (2001), espécie de Lolita brasileira, interpretada por Mel Lisboa. A beleza e as roupas curtas deixaram muitos homens "ba-ban-do" e muitas mulheres --a quem Anitta chama de "manas"-- inspiradas, sobretudo pelas canções picantes e motivacionais, no estilo girl power. A receita provou ser um sucesso. Anitta foi, de longe, a cantora que mais deu o ar de sua graça em programas de televisão em todo 2013. Segundo o colunista do UOL Maurício Stycer, foram 41 participações em programas diversos, da Globo à Rede TV!, de ponta em novela ("Amor à Vida") a pitacos esportivos em programa da madrugada ("Corujão do Esporte"). E o ano ainda não acabou. Ela vai cantar nos programas musicais da Globo, emissora que escancarou as portas para o apelo juvenil da cantora. Além do "Show da Virada", Anitta já gravou um dueto com Roberto Carlos (como em um diálogo cantado, ela defende a onipresente "Show das Poderosas" e ele responde com "Se Você Pensa"). Até o "rei", ao que parece, se derreteu pela cantora de 20 anos. Sem contar comerciais (para uma marca de camisinhas), o pseudo-romance com Eduardo Sterblicht do "Pânico", as fotos da infância (que mostram uma garota normal, longe do verniz mercadológico que a acompanha hoje) e as participações em shows de Ivete Sangalo a Preta Gil. Conquistas Tanta exposição é apenas o reflexo dos 150 mil cópias vendidas de "Anitta", seu disco de estreia lançado em julho; o título de revelação do ano pela Associação Paulista de Críticos de Artes, a APCA; as 26 mil vezes que a música tocou nas rádios e a nomeação de artista do ano no Brasil escolhida pelo serviço da Apple. A lista é extensa. As conquistas são inerentes do talento de uma artista pop, mas para a conta fechar há muitas outras características a serem levadas em consideração. Há dois anos, Anitta balançava o quadril com mais propriedade no palco do Furacão 2000. Era uma MC e, junto com a história de que cantava no coral de uma igreja evangélica na infância, bradava seu amor pelo batidão e rimava sobre o cabelo (em "Proposta" ela mandava um recado para o peguete: "não toque no meu cabelo, você não é não escova"), namorava Mr. Thug --integrante do Bonde da Stronda-- e posava com facilidade para colunas de fofoca. Capitalizada pelo guru da Furacão, Rômulo Costa, a cantora até então tinha a fama de ser a criadora do "quadradinho". A grande mudança tem pouco mais de um ano e não foi apenas resultado de um amadurecimento artístico, mas também de um encontro entre a adolescente e a empresária Kamilla Fialho. Com olhar mais afiado, Kamilla deu uma repaginada em Anitta do jeito que o mercado --carente de música pop que hoje faz o dinheiro girar no segmento--, queria. Antes, houve tentativas com boy bands como Br'oz e Dominó, e com cantoras como Kelly Key. Hoje, as gravadoras se beneficiam das cantoras de axé, como Ivete Sangalo e Claudia Leitte, que carregam a aura de divas. Anitta aproveitou a cirurgia de desvio de septo no nariz e fez alguns procedimentos estéticos. "Perguntei se ela queria mudar mais alguma coisa. Ela disse que o nariz e o peito a incomodavam. Então, aproveitamos para que ela botasse silicone também", contou Kamilla em uma entrevista ao jornal "Extra". O pop que bebe do funk - O pancadão, mais uma vez, fornecia matéria-prima para a bravata no mundo pop. Bonde do Tigrão manteve a tradição da batida e ganhou, em 2001, um contrato com a multinacional Sony Music, mas acabou morrendo na praia. Já em 2013, meses antes de Anitta, Naldo veio com passinhos, letras sexuais e muita produção, mas ao longo do ano perdeu um pouco o fôlego com relatos de falta de tato com fãs e com a maneira com que lida com as próprias questões pessoais, tão expostas na mídia. Anitta trouxe do funk a sensualidade implícita nas letras e mensagens herdadas do funk melody, e o contato com adolescentes. Mas o batidão já não dita mais o ritmo e o quadril agora só mexe sob uma coreografia definida. Neste sentido, a Anitta é hoje mais Beyoncé do que Valeska Popozuda. A saída de Anitta da Furacão foi traumática. Ela disse, antes de lançar o primeiro disco, que estava irritada com a gerência de Rômulo. Quando conheceu Kamilla, mudou de escritório, mas deixou o antigo guru com uma carta na manga pela quebra de contrato: uma liminar na justiça para receber R$ 5 mil por cada show feito pela cantora. Isso quando as apresentações ainda não eram uma super produção, com dançarinos e cenários próprios, sob o custo de R$ 60 mil por show, segundo rumores não confirmados pela equipe de Anitta. Kamilla contou que pagou muito mais do que uma multa de R$ 260 mil pelos direitos de agenciá-la. Se você acha que já leu e ouviu demais sobre Anitta é bom se preparar porque 2014 reserva um espaço além da música. Ela estreia em janeiro o programa musical "Sai do Chão!", na Globo, ao lado de Naldo e Thiaguinho, e participa, pela primeira vez, das gravações de um filme, o "Copa de Elite". "Pedi um papel pequeno porque eu queria muito fazer. Gosto de atuar, fiz teatro por um ano, mas não continuei por falta de tempo. Gosto de trabalhar com tudo que aprendi", disse a cantora em entrevista ao jornal "Extra". O primeiro DVD virá em breve e será gravado no dia 15 de fevereiro no HSBC Arena, no Rio. Resta saber não apenas se a cantora vai angariar mais fãs ou sofrer com uma exposição exagerada na mídia, mas se esses novos trabalhos vão demonstrar o nascimento de uma artista de verdade ou ser apenas uma febre passageira. FONTE: UOL

sábado, 21 de dezembro de 2013

No Recife, Rei do Brega foi maior que Rei Roberto.

O Recife acordou de luto neste sábado, pois perdeu seu "rei". Para os pernambucanos, não adianta a TV Globo fazer um especial todo fim de ano chamando Roberto Carlos de rei. Roberto Carlos pode ter sua relevância histórica nacional, pode escapar do rótulo de brega (apesar de muitas vezes o ser) e pode ser protegido pela crítica carioca e paulista, mas em Pernambuco, o rei é outro. Seu nome é Reginaldo Rossi. E não apenas o "rei o brega", como Rossi é tradicionalmente chamado em referências nacionais, que diminuem sua importância. Simplesmente "o rei", um dos nomes mais marcantes da vida cultural de todos os pernambucanos. Não importa a faixa de renda, não importa o nível cultural, não importa nem mesmo o gosto musical - no Recife, Rossi era rei do povão, da elite, dos acadêmicos, dos analfabetos, dos fãs de brega, mas também dos mangueboys, dos roqueiros e dos metaleiros. Sua importância para a cultura local não tem medida. Nos últimos anos, é verdade que o próprio Rossi permitiu ser transformado em uma caricatura de si mesmo. Uma de suas últimas grandes aparições foi no quadro Dança dos Famosos, em 2009. Ali, e em muitas outras vezes em que o cantor ganhou espaço na mídia nacional, sua presença se resumia à de um coroa tarado e engraçado, com um sotaque estranho que misturava o "pernambuquês" com puxada carioca, que falava de cornos e cantava uma única música brega: "Garçom". Esqueça "Garçom" por alguns minutos. Reginaldo Rossi é muito maior de que "Garçom". Rossi era um músico excelente, versátil, e suas primeiras composições, na época da Jovem Guarda, são surpreendentes pela qualidade. Muito além de "Garçom" e do rótulo "brega", Rossi compôs belas canções românticas, criou refrães marcantes. "Mon Amour, Meu Bem, Ma Femme", "A raposa e as uvas", "O pão", "As Quatro Estações", "Tão Sofrido", "Pedaço de Mau Caminho", todas canções que, só de pensar, colocam um sorriso alegre no rosto de quem as conhece. Para quem duvida, para quem não conhece, ou para quem tem preconceito, vale lembrar que suas canções viraram um belíssimo tributo em 1999, com regravações de algumas dessas canções por nomes "mais respeitados" da música nacional, como Lenine, Zé Ramalho, Otto e Geraldo Azevedo. Todos com pelo menos um pé no Recife, o suficiente para conhecer e respeitar a obra do rei. "Reiginaldo Rossi - Um tributo" permite conhecer as letras e as melodias fora dos arranjos simples, mais associados à música brega. Ao contrário do que pode parecer para quem vê de fora, não existe ironia quando Reginaldo Rossi é chamado de rei no Recife. Ele realmente fez parte da formação de todos os pernambucanos, e foi muito mais do que um cancioneiro popular. Em um país do tamanho do Brasil, a importância regional dele era muito maior do que a de qualquer de qualquer nome da MPB, da bossa nova, samba ou qualquer outro estilo que se pretenda nacional. A relação dele com o Recife dos anos 1960 em diante poderia ser comparada com a relação da bossa nova com o Rio de Janeiro - tanto que ele cantou a capital pernambucana em "Recife, minha cidade". O "problema" é que sua popularidade e sua influência se concentraram em uma única região mais "periférica" do país, e ele passou a ser visto de fora apenas como "brega". O rei era um psicólogo que ajudou gerações de pernambucanos a lidar com paixões e frustrações amorosas. Ele era um showman, que subia em qualquer palco da cidade e sabia conquistar o público com monólogos geniais. Mas o mais importante é que ele sabia da importância do entretenimento, e por isso não se levava excessivamente a sério. A autoironia dele ao abraçar o rótulo de "rei do brega", ao abraçar as brincadeiras de corno, ao repetir milhares de vezes "Garçom" fazem parte deste trabalho, e isso ajudou a popularizar seu nome. Mas a verdade é que mesmo que houvesse ironia, suas músicas realmente passaram a fazer parte da vida do Recife. Parafraseando o rei, lembro com muita saudade das primeiras idas ao Boteco do Mauro, as primeiras cervejas em um pequeno pé-sujo de calçada no Recife, no final dos anos 1990. Toda semana, depois de horas de acirrados debates musicais em que cada membro da "galera do mauro" defendia sua banda de rock preferida (Metallica x U2 era um duelo frequente), a noite acabava com todos cantando juntos alguma canção de Reginaldo Rossi. Depois de algumas cervejas, todo mundo se torna um pouco brega, e o hábito de "tomar uma ouvindo o rei" era comum por toda a cidade - podia haver um tom de brincadeira, mas aquilo fazia parte da vida no Recife, e marcou a todos os pernambucanos. O Recife perdeu seu rei, mas fica a lembrança de todos os shows, todas as canções, todas as brincadeiras que marcaram a cultura local. O rei merece todas as homenagens. Parafraseando mais uma vez, agora com o lugar-comum da sua música mais famosa: pra matar a tristeza, só mesa de bar. FONTE: UOL

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Novo álbum de Robbie Williams é o mais vendido em lojas do Reino Unido.

"Swings Both Ways", último trabalho do cantor Robbie Williams, chegou ao primeiro lugar np ranking dos mais vendidos nas lojas de discos independentes do Reino Unido. Em novembro, o álbum já havia se tornado o milésimo número um das listas de mais vendidos, com 109 mil cópias na primeira semana. O cantor superou "Since I Saw You", de Gary Barlowm, e 'Midnight Memories', do One Direction. O álbum da boyband é o que mais vendeu no Reino Unido na primeira semana de seu lançamento em 2013. Líder da semana anterior, "Shangri La", do cantor Jake Bugg, aparece apenas em décimo na lista. Criado em 2012 como parte do Dia das Lojas de Discos do Reino Unido, o ranking semanal é baseado nas vendas de 100 varejistas. Veja o ranking: 1. Robbie Williams – "Swings Both Ways" 2. Gary Barlow – "Since I Saw You" 3. One Direction – "Midnight Memories" 4. Arctic Monkeys - "AM" 5. Toy – "Join The Dots" 6. London Grammar – "If You Wait" 7. Olly Murs – "Right Place, Right Time" 8. Rod Stewart – "Time" 9. Mumford and Sons – "Babel' 10. Jake Bugg – 'Shangri La' FONTE: UOL

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

"Depois do novo álbum eu vou me aposentar", diz Justin Bieber em rádio.

Até agora as fãs não sabem se Justin Bieber está brincando ou não, mas o cantor assegurou que está se aposentando. A declaração foi dada durante entrevista para rádio Power 106, em Los Angeles, na última terça-feira (17), enquanto o canadense falava de "Journals", seu novo álbum que compila as novas canções lançadas nas dez últimas segundas-feiras. "Depois desse novo álbum eu vou me aposentar, na verdade. Estou me aposentando", disse o cantor de 19 anos. Uma fonte próxima a Bieber, no entanto, disse que ele não tem planos reais de largar a carreira, publicou o site do tablóide "Daily Mail". "Justin está passando por uma fase, ninguém está preocupado. Ele não está se aposentando — ele está sendo só um pouco 'punk'", afirmou ao jornal. No vídeo divulgado com trechos da entrevista, as pessoas que estavam dentro do estúdio reagiram com surpresa. O apresentador do programa, Kurt Alexander, rebateu: "O quê?". Bieber então recuou e explicou que quer "crescer como artista e amadurecer sua música". Uma fonte ouvida pelo site "TMZ" assegura que Bieber estava brincando. O cantor, que causou polêmica recentemente por festas exageradas em boates e pichação em muro -- principalmente durante sua passagem pelo Brasil em novembro --, disse que não se sente mais atraído pela ideia da fama. Durante a entrevista ele rebateu as críticas e negou que está cada vez mais arrogante. "Eu tenho 19 anos. Eu vou cometer erros, é inevitável", afirmou. FONTE: UOL

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Mesmo sem guitarrista, Bon Jovi fecha 2013 com título de maior turnê do ano.

Mesmo sem o guitarrista Richie Sambora, o Bon Jovi fecha 2013 no topo da lista das maiores turnês internacionais do ano. O levantamento, feito pela revista "Billboard", mostra que o grupo liderado pelo vocalista Jon Bon Jovi tocou para mais de dois milhões de fãs em 90 shows, arrecadando US$ 205 milhões (cerca de R$ 470 milhões). O público brasileiro participou ativamente de todo este montante ao lotar os shows da banda em setembro, em São Paulo e no festival Rock in Rio, na capital fluminense. O ótimo resultado mostra que a banda conseguiu superar alguns desafios durante o ano. Logo após o lançamento do recente álbum, "What About Now", Richie Sambora foi afastado da banda. No Brasil, o público lamentou não apenas a ausência de Richie, como também a do baterista Tico Torres, que sofreu uma crise de apendicite durante a turnê no México. Com algumas datas postergadas na passagem pela América Latina, a banda conseguiu manter, mesmo que aos trancos e barrancos, as apresentações no Brasil. Abaixo de Bon Jovi, o tributo do grupo Cirque Du Soleil a Michael Jackson, arrecadou US$ 157 milhões, seguida da cantora Pink, com US$ 147 milhões. Eleito o melhor show da atualidade, Bruce Springsteen apresentou os shows da turnê "Wrecking Ball" 53 vezes -- no Brasil, foram duas apresentações memoráveis -- e conquistou o quarto lugar com também US$ 147 milhões. Os Rolling Stones, que comemoraram 50 anos de carreira com nova turnê, são os artistas britânicos mais bem posicionados na lista. Com 23 apresentações ao redor do mundo, a trupe de Mick Jagger arrecadou US$ 126 milhões. FONTE: UOL

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Álbum do Daft Punk é o campeão de aparições nas listas de melhores de 2013.

O mais recente álbum do duo francês Daft Punk, "Random Access Memories", foi o mais lembrado nas listas dos melhores de 2013 das principais revistas e sites do mundo. Número 1 em 22 países da Europa, Oceania e América do Norte, o disco aparece em 7 de 10 rankings selecionados pelo UOL. O trabalho é puxado por hits dançantes como "Get Lucky" e "Lose Yourself to Dance", ambos com o rapper Pharrell Williams. Outro destaque das listas é "Modern Vampires of the City", novo trabalho do grupo americano de indie rock Vampire Weekend, que aparece em seis Top 10. Em terceiro lugar em aparições está "Yeezus" , do polêmico Kanye West, com cinco. Em matéria de primeiros lugares, no entanto, o álbum do rapper é o campeão, liderando três listas. Com quatro aparições, o novo disco do Arctic Monkeys, "AM", é o segundo que mais conseguiu chegar ao topo dos melhores, duas vezes. Veja os principais rankings da música pop internacional:1. Vampire Weekend - "Modern Vampires Of The City" 2. Kanye West - "Yeezus" 3. Daft Punk - "Random Access Memories" 4. Paul McCartney - "New" 5. Arcade Fire - "Reflektor" 6. Queens of the Stone Age - "...Like Clockwork" 7. Lorde - "Pure Heroine" 8. The National - "Trouble Will Find Me" 9. Arctic Monkeys - "AM" 10. John Fogerty - "Wrote a Song for Everyone". FONTE: UOL