sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Em nova passagem pelo Brasil, Laura Pausini celebra 20 anos de carreira.
Os brasileiros estão acostumados a ver Laura Pausini por aqui desde a segunda metade da década de 90, quando a cantora, ainda em seus vinte e poucos anos, frequentava os programas de auditório de grande audiência na TV aberta. Os anos passaram e sua presença no país permaneceu constante -- a mais recente aparição dela por aqui, por exemplo, foi no final de outubro.
Agora, mãe de Paola (de quase um ano de idade) e prestes a completar 40 anos, a italiana retorna ao país com turnê que celebra suas duas décadas de carreira -- sustentada sobretudo por hits como "La Solitudine", "Strani Amori" e "Se Fué". Em 2013 ela lançou a coletânea "20 - The Greatest Hits", que tem participação de Ivete Sangalo, e chega em São Paulo para dois shows em 19 e 20 de fevereiro.
"Como eu me sinto sabendo que vou fazer 40 anos? Aaaaaaaaaaaah", ela grita e em seguida cai na gargalhada durante curta entrevista ao UOL, por telefone. Bastante simpática, Laura conversa em português com a reportagem e pede desculpas em casos de possíveis erros. "Eu falo sua língua com todo o meu amor porque tenho uma relação muito forte com o Brasil e me sinto muito em casa quando estou aí", diz. "Até dizem que eu devo ter sido brasileira em vidas passadas. Gosto de pensar que sou uma italiana com muitas influências latino-americanas."
Tendo também gravado materiais tanto em língua italiana quanto em espanhol, em português e em francês, Laura conta que, embora tenha sempre interesse em direcionar suas canções a tais públicos, nunca toma a questão da linguagem como mote na hora de trabalhar em suas composições (ou de selecionar algum material fornecido por outro artista).
"Quando escrevo, faço isso muito instintivamente. Só depois penso em qual música gostaria de regravar em determinada língua. Às vezes minha gravadora diz para não fazer uma coisa ou outra, mas faço de qualquer jeito. Sou taurina 'nós... muito cabeçudos' [risos]", diz ela, graciosamente.
Outra coisa que Laura afirma amar no Brasil são seus fãs. Ela relembra que, certa vez, estava no aeroporto prestes a embarcar de volta para a Itália após uma turnê por aqui, e notou que entre suas malas estava uma que ela não conhecia. "Eu tenho uma assistente que me ajuda nessas viagens, mas quando olhei para todas as nossas malas, uma me chamou a atenção especialmente porque se mexia", conta.
Intrigada, resolveu abrir e se deparou com um fã, que saiu de lá de dentro dizendo que ela era tudo na vida dele. O plano havia dado certo até então porque um amigo do garoto o ajudou na tarefa e deu um jeito de colocar a amigo-mala junto às da equipe de Laura. "Acabei caindo na risada", conta a cantora. "Eu amo meus fãs, eles são muito loucos [risos]."
Muito amiga de Hebe Camargo (morta em setembro de 2012, após longa luta contra câncer), a cantora diz sentir a perda até hoje e afirma ter um carinho eterno pela apresentadora que a ajudou na propagação de sua música no país. No recentemente lançado clipe de "Viveme", que gravou em Madrid junto ao cantor Alejandro Sanz, ela quis homenagear sua "mãe brasileira" usando uma sandália de ouro que Hebe lhe deu de presente em 2009.
"'Vivimi' era uma canção que ela adorava e eu guardei a sandália para usá-la em um momento especial", afirma. Registrada originalmente em italiano, "Vivimi" integra o repertório do álbum "Resta in Ascolto" (2004), e ganhou versão em espanhol para o lançamento de "20 - The Greatest Hits".
Sem previsão de álbum de canções inéditas a caminho (trabalho que sucederia "Inedito", de 2011), Laura Pausini segue em turnê com "20 - The Greatest Hits", em série de shows que ela comenta contar com os grandes sucessos de sua carreira e trechos dela mesma relembrando momentos importantes destes últimos 20 anos, seguindo uma ordem cronológica de lançamentos e acontecimentos. "Gosto que as pessoas possam escutar o que já conhecem nos shows", comenta. " E desta vez será um percurso pela minha própria vida, como uma forma também de aproximar os fãs da minha trajetória."
Laura Pausini em São Paulo -
Datas: 19 e 20 de fevereiro de 2014, às 21h30.
Local: Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro.
Ingressos: de R$ 45 a R$ 550.
Pelo telefone 4003-5588 ou www.ticketsforfun.com.br
FONTE: UOL
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Fergie já trabalha em segundo álbum solo.
O hiato acabou. Depois de dois discos com o Black Eyed Peas e de dar à luz seu primeiro filho com o ator Josh Duhamel, Fergie está de volta. A cantora, que não lança material solo desde 2006, revelou nesta última terça-feira (07) em entrevista ao apresentador Ryan Seacrest que já está trabalhando em um novo álbum.
A cantora disse vir acumulando ideias ao longo dos últimos anos e que está em sua "caverna criativa", acumulando referências sonoras novas e antigas para sua próxima empreitada. Perguntada sobre a participação de seu fiel escudeiro will.i.am, Fergie não esquivou: "É claro que ele sabe que eu quero fazer um novo álbum solo em breve".
"The Dutchess", primeiro álbum do solo de Fergie, foi lançado em 2006 e vendeu 6 milhões de cópias no mundo todo, com hits como "London Bridge", "Fergalicious" e "Big Girls Don't Cry".
FONTE: MULTISHOW
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Eurythmics voltará à ativa para homenagem aos Beatles.
O duo britânico Eurythmics vai se unir novamente em Los Angeles no fim deste mês para uma performance de celebração do 50º aniversário da presença dos Beatles no "Ed Sullivan Show", disseram os organizadores nesta última segunda-feira (6).
O duo, formado pela cantora Annie Lennox e o músico Dave Stewart, cujo último show foi em 2000, vai interpretar em 27 de janeiro canções dos Beatles em um concerto organizado pela Recording Academy, responsável pela cerimônia anual do Grammy.
Eles dividirão o palco com os cantores de R&B Alicia Keys e John Legend e o grupo de pop-rock Maroon 5, no concerto que será transmitido pela TV CBS em 9 de fevereiro.
"A Noite que Mudou a América: Uma Saudação aos Beatles" presta homenagem às apresentações da banda em fevereiro de 1964 no "Ed Sullivan Show", ao qual se atribui o lançamento da chamada invasão britânica no rock.
O cantor pop John Mayer e a o cantor de country Keith Urban também participarão da homenagem.
O Eurythmics, ganhador do Grammy, lançou seu primeiro álbum em 1981 e vendeu mais de 75 milhões de discos. Eles romperam em 1990, mas se uniram brevemente para lançar um novo álbum e fazer uma turnê em 1999.
FONTE: AG. REUTERS
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
"Foi a fé que o sustentou nos momentos finais", diz irmã de Nelson Ned.
O corpo do cantor Nelson Ned, que morreu na manhã deste domingo (5), está sendo velado no cemitério Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, com a presença de quatro de seus cinco irmãos: Neyde, Nélia, Neusa e Nédson. Uma quinta irmã, Néd Helena, não compareceu por estar muito abalada.
Segundo Neuma, que era a responsável legal pelo cantor, ele morreu por volta das 7h da manhã deste domingo. Ela explicou que o cantor sofria com problemas de obesidade e chegou a ficar 19 kg acima de seu peso depois do Acidente Vascular Cerebral que sofreu em 2003, o que causou problemas de locomoção.
Desde 2012, Ned vivia em uma casa de saúde e havia sido transferido há dois meses para outro local com mais recursos, na Granja Viana. Em tratamento por infecção pulmonar e urinária, o cantor deixou de responder aos antibióticos na quinta e por volta das 16h de sábado foi levado ao Hospital Regional de Cotia, onde já chegou inconsciente.
"Ele dizia que 'o homem é da estatura da sua fé'. Foi essa fé que o sustentou nos momentos finais", afirmou Neuma. "Ele era um cantor romântico, que nasceu e viveu romântico. Deixou saudades e muitas lições", completou.
Também estavam presentes no velório duas das filhas de Ned, Verônica e Monalisa.
"O céu hoje está mais romântico e os anjos devem estar mais felizes. Acho que o Nelson Ned está no céu, numa festa, cantando com o Michael Jackson", brincou Monalisa.
Veronica, filha mais velha de Ned, lembrou de seu aniversário, em dezembro, em que ofereceu o primeiro pedaço de bolo ao pai, e afirmou: "Me sinto privilegiada de ter vivido muitas histórias com ele".
Nelson Ned D'Ávila Jr. não compareceu porque mora no México.
Emocionado, o cantor e apresentador Moacyr Franco lembrou da estreia de Nelson Ned como cantor. "O primeiro lugar em que o Nelson Ned cantou foi no meu programa, em 1961, aos 12 anos. No coro tinha a Dolores Duran e o Altemar Dutra, e o Nelson arrasou". "Pelo meu gosto, eu falaria hoje em espanhol, porque foi lá fora que o ele foi respeitado", afirmou Franco.
Franco também elogiou o ator e diretor Selton Mello por ter resgatado a canção "Tudo Passará" em seu filme "O Palhaço".
O ator Felipe Folgosi, que conheceu e ficou amigo do cantor na igreja, quando era evangélico, falou sobre o que acredita ser o legado de Ned: "Para mim, o grande legado de Nelson Ned foi sair de uma condição muito adversa, que era seu tamanho, e chegar ao sucesso, ao topo".
Depois do velório, por volta das 21h, foi realizada a cerimônia para a última despedida, no mesmo local. A celebração começou com a canção "Segura na Mão de Deus", escolhida por Ned para a ocasião. Na sequência, um pastor evangélico conduziu orações e o caixão desceu para o crematório ao som do maior sucesso do cantor, "Tudo Passará". O corpo será cremado durante a semana, seguindo a agenda do cemitério.
"O pequeno gigante da canção", apelido que recebeu por seu 1m12 de altura, se consagrou na década de 60 como uma das vozes românticas mais famosas do Brasil. O sucesso internacional veio com a gravação de vários discos em espanhol.
Ídolo em países como Argentina, México e Colômbia, entre outros, Nelson Ned enfrentava problemas de saúde há vários anos, que se agravaram em 2003, quando sofreu um acidente vascular cerebral (AVC).
Como consequência do AVC, o intérprete de "Tudo Passará" perdeu a visão de um olho e precisava se locomover com a ajuda de uma cadeira de rodas, além de enfrentar diabetes, hipertensão arterial e o diagnóstico de Mal de Alzheimer em fase inicial.
Ned se converteu nos anos 90 à religião evangélica e, desde então, interpretava com sucesso músicas gospel, também em português e espanhol.
Antes de se converter, o cantor tinha um vício em bebidas e em drogas, e chegava a beber até um litro de uísque por dia. A informação foi confirmada pela mulher do cantor, Maria Aparecida, durante uma participação no programa "A Tarde É Sua", em 2012. Na ocasião, Cida confirmou a história de que em uma das vezes em que estava bêbado, Ned atirou e acertou a sua clavícula, que quebrou.
Com 45 milhões de cópias de discos vendidos em todo o mundo, Ned foi o primeiro latino-americano a vender um milhão de discos no mercado dos Estados Unidos, onde se apresentou junto do espanhol Julio Iglesias e do americano Tony Bennett, lotando três vezes o mítico Carnegie Hall, em Nova York. Ainda na Big Apple, o cantor se apresentou no famoso Madison Square Garden.
FONTE: UOL
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Beyoncé segue na liderança de discos mais vendidos pela terceira semana.
Pela terceira semana consecutiva, Beyoncé está no topo da lista Billboard 200. O álbum "Beyoncé" teve mais 310 mil cópias vendidas na semana que terminou no dia 29 de dezembro. Desde o dia 13, o disco lançado de surpresa acumula 1,3 milhão de cópias.
Segundo a Billboard, o último disco a ficar três semanas no número um da lista foi "The 20/20 Experience", de Justin Timberlake, em abril. O álbum, o primeiro de Beyoncé desde 2011, foi lançado exclusivamente na loja de música digital iTunes, da Apple, e só chegou a outros varejos em 21 de dezembro.
A boy band One Direction subiu do terceiro para o segundo lugar com "Midnight Memories", com 142 mil cópias vendidas na semana – chegando à marca de 1,1 milhão no total –, enquanto Eminem passou de sexto a terceiro mais vendido, com 122 mil cópias. A trilha sonora do filme "Frozen" pulou de oitavo para quarto, com 106 mil cópias vendidas - um aumento de 31% em relação à semana anterior.
Nos últimos dias, Beyoncé enfrentou críticas de astronautas americanos e seus familiares depois de ter usado o áudio do acidente com o ônibus espacial Challenger em uma música de seu novo álbum.
No início do vídeo de "XO", é possível ouvir a voz de Steve Nesbitt falando sobre uma anomalia após a decolagem do Challenger do Centro Espacial Kennedy, em 28 de janeiro de 1986. O ônibus espacial explodiu alguns segundos depois.
Em entrevista à "ABC News" nesta segunda-feira (30), a cantora disse que a música foi gravada com a "intenção sincera de ajudar a curar aqueles que perderam entes queridos". "E para nos lembrar que coisas inesperadas acontecem, então é preciso amar e apreciar cada minuto com aqueles que são importantes para você", completou.
"Meu coração está com as famílias das vítimas do desastre do Challenger", declarou a cantora, que disse ainda que o trecho foi incluído como um "tributo ao trabalho altruísta da equipe do Challenger, com a esperança de que eles nunca sejam esquecidos".
June Scobee Rodgers, viúva do astronauta Dick Scobee e fundadora do Challenger Center for Space Science Education, disse à ABC News que ficou "desapontada" com a utilização do trecho na música. "Ficamos decepcionados ao saber que um trecho do áudio do dia em que perdemos a heroica tripulação do Challenger foi usado na música 'XO'. É uma questão emocionalmente difícil para as famílias, colegas e amigos", declarou.
O ex-funcionário da NASA Keith Cowing usou o site NASAWatch.com para pedir que a cantora retire o trecho da música e peça desculpas às famílias.
Em um novo trecho de seu documentário sobre seu mais novo álbum, lançado de surpresa há pouco mais de duas semanas, Beyoncé revelou que chegou a pesar mais de 88 quilos durante e gravidez.
No vídeo lançado nesta segunda-feira, ela fala sobre como manteve a rotina de mãe durante a gravação do disco e como usa o próprio corpo para se expressar. "Eu estava ciente de que iria mostrar meu corpo. Eu estava com 88,5 quilos quando dei à luz, já perdi 29,5 quilos. Eu malhei loucamente para ter o meu corpo de volta. Eu queria mostrar o meu corpo. Eu queria mostrar que você pode ter um filho, pode malhar pesado e ter o seu corpo de volta", declarou.
Para Beyoncé, é possível ser mãe e expor sua sexualidade sem vergonha. "Sabia como encontrar a minha sexualidade, tendo orgulho em crescer. Isso era importante para mim, já que me expresso pela música. Você pode ter seu filho se ainda se sentir sexy. Eu não tenho nenhuma vergonha em ser sensual. Eu não sinto que tenho que esconder esse lado, porque acredito que a sexualidade é um poder que todas nós temos", enfatizou a cantora no vídeo.
FONTE: UOL
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Bono reúne 1.000 fãs em apresentação em rua de Dublin.
Bono atraiu uma multidão no centro de Dublin, na Irlanda, para cantar músicas natalinas em plena rua na véspera de Natal. O vocalista do U2 liderou a curta apresentação sem microfones ou amplificadores no fim da tarde da última terça-feira, em uma agitada rua comercial da cidade, surpreendendo as pessoas que faziam compras de última hora. Segundo o jornal britânico Daily Mail, cerca de 1.000 pessoas acompanharam a performance.
O líder do U2 repete o ato há cinco anos e sua aparição tem como objetivo arrecadar dinheiro para moradores de rua da cidade.
Com roupa preta e óculos de lente laranja, ele cantou a canção natalina tradicional O Come All Ye Faithful e a não tão tradicional Merry Christmas Everyone, da banda de rock Slade. Ele foi acompanhado de Glen Hansard, músico irlandês que protagonizou o filme Apenas Uma Vez (2006).
FONTE: VEJA.COM
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Com Miley Cyrus, Times Square reúne 1 milhão de pessoas para Ano Novo.
A famosa praça nova-iorquina de Times Square presenciou mais uma vez, entre os sorrisos e gritos de alegria de mais de 1 milhão de pessoas, a descida da bola de cristal para dar as boas-vindas a 2014. Antes do início do novo ano, a celebração contou com apresentações de artistas como Miley Cyrus e Melissa Etheridge.
Apesar das temperaturas negativas, a multidão reunida na praça festejou quando a juíza da Suprema Corte, Sonia Sotomayor, nascida no Bronx, apertou finalmente o botão de descida da famosa esfera luminosa.
Os presentes entoaram a contagem regressiva para celebrar a chegada do novo ano, que foi recebido com uma chuva de confetes e gritos de comemoração, e em seguida começou o show dos fogos de artifício.
As pessoas reunidas na praça mais internacional do mundo presenciaram a descida da esfera no mastro situado no ponto mais alto do edifício número 1 da Times Square.
Entre coroas da Estátua da Liberdade e óculos com o número do novo ano, que se tornaram muito populares ultimamente, além de gorros, apitos e cachecóis coloridos, os presentes, procedentes de todo o mundo, cantaram, gritaram e lançaram confetes, globos e doces ao ar.
A celebração propriamente dita começou seis horas antes da meia-noite, mas as pessoas começaram a se aglomerar na praça desde o meio-dia para conseguir um bom lugar.
Entre as ruas 23 e 59 e a Sétima e Oitava avenidas, centenas de milhares de pessoas se reuniram para festejar com música, papel picado e exibições pirotécnicas, o começo do novo ano.
A Times Square abriga a celebração do Ano Novo na cidade há 109 anos.
Os donos do jornal "The New York Times" começaram a festejar a entrada do ano no terraço deste edifício em 1904, primeiro com fogos de artifício e, a partir de 1908, com a esfera iluminada.
A tradição de ver a descida da bola na Times Square se repetiu todos os anos, com a exceção de 1942 e 1943, quando a cerimônia foi suspensa devido à Segunda Guerra Mundial e foi substituída por um minuto de silêncio.
As medidas de segurança foram bastante rígidas desde o início da manhã e a polícia nova-iorquina mobilizou grupos especiais antiterroristas e contra artefatos químicos, biológicos e radioativos.
O prefeito em fim de mandato de Nova York, Michael Bloomberg, não participou da celebração pela primeira vez desde que assumiu o cargo na Prefeitura em 2002, já que festejou a chegada de 2014 com seus parentes e amigos.
Por outro lado, o prefeito eleito da cidade, Bill de Blasio, fez o juramento do cargo em uma cerimônia privada em sua casa em Park Slope, no Brooklyn, no primeiro minuto do novo ano.
FONTE: UOL
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