sexta-feira, 9 de maio de 2014

Jairzinho libera biógrafos para escreverem livro sobre Jair Rodrigues.

Jair Oliveira e a mãe, Clodine, chegaram cedo ao velório de Jair Rodrigues na Assembleia Legislativa de São Paulo, na zona sul da capital paulista, na manhã desta sexta-feira (9). O cantor conversou com a imprensa e, ao ser questionado sobre uma possível biografia, ele abriu espaço para quem quiser retratar a história do pai. "Já tem gente escrevendo e ele mesmo não tinha planos de fazer uma autobiografia. Mas quem quiser se aventurar, o meu pai tinha muitas histórias para contar. Com certeza vai encontrar muita coisa", incentivou ele. Entre as lembranças que tem ao lado do intérprete de "Deixa Isso pra Lá", Jairzinho contou que, certa vez, o pai confessou que não pensava em outra profissão a não ser cantor. "Estava com meu pai no aeroporto de Milão, na Itália, por volta das 4h, e ele estava assobiando e cantando. Era um hábito dele acordar assim, pra cima. Minha mãe pediu para ele parar de cantar e ficar quieto um pouquinho. Meu pai ficou calado, em um canto, e eu perguntei 'se você não fosse cantor, ia ser o que?'. Ele prontamente me respondeu 'ia tentar ser um'", relatou. A viúva está bastante abalada e familiares dizem que Clodine não tem condições de falar. Ela é amparada o tempo todo pelo irmão, Pedro Melo, que também era produtor de Jair. Mãe e filho chegaram por volta das 6h30 ao velório depois que ela passou mal na noite anterior e foi levada para casa. "Apesar da dor de ter perdido meu pai, me sinto muito grato pela alegria que ele trouxe através da música. Construiu uma carreira muito bonita e minha irmã e eu pretendemos levar com muito amor. Fiquei feliz também de ter concluído dois trabalhos com meu pai", falou Jairzinho emocionado. Às 10h familiares se reunirão em uma missa com padre Gino Sorgon, pároco da igreja São Pedro Apóstolo, no hall principal da Assembleia. O enterro será às 11h no cemitério Gethsemani, no Morumbi, zona sul de São Paulo. A morte - O assessor de imprensa do artista, Giuliano Spadari, afirmou ao UOL que o corpo de Jair foi encontrado por funcionários da família, por volta das 10h, na sauna de sua casa. De acordo com o produtor e cunhado do cantor, Pedro Melo, Jair Rodrigues fez um check up no hospital Oswaldo Cruz há três meses, e não apresentava problemas de saúde. Ele cumpria normalmente a agenda de shows e sua última apresentação foi na terça (6), em Minas Gerais. Indiretamente, o músico também estava "em cartaz" em São Paulo, interpretado pelo ator Ícaro Silva, em "Elis, A Musical". O elenco prepara uma homenagem a ele na apresentação desta noite. Melo contou ao UOL que o velório, que será aberto ao público mais tarde, tinha mesmo que dar chance para os fãs se despedirem, pois Jair era "um cara do povo". "Não seria agora que afastaríamos o público dele. Jair nunca se negou a dar um autógrafo ou abraço nos fãs. Ele adorava o que fazia e, se pudesse, faria shows todos os dias". A notícia da morte do cantor repercutiu imediatamente nas redes sociais entre os colegas do samba, do rap e até da música sertaneja, à qual Rodrigues também se associou ao cantar "Disparada", na TV nos anos 60. "Foram muitos anos que a gente se relacionou em eventos. Ele irradiava alegria", comentou Chitãozinho à TV Globo nesta manhã.
Trajetória - Natural de Igarapava, interior de São Paulo, Jair Rodrigues iniciou a carreira musical nos anos 1950. Na década seguinte, alcançou o sucesso em programas de calouros na TV. Em 1964 gravou seu disco de estreia, "Vou de Samba com Você", que já apresentava um de seus maiores sucessos, "Deixa Isso pra Lá", considerado precursor do rap. Ao lado de Elis Regina, o cantor ficou conhecido no país inteiro. Seus duetos com a "Pimentinha" renderam três discos: "Dois na Bossa" volumes 1, 2 e 3, gravados ao vivo. O último trabalho do cantor, o disco duplo "Samba Mesmo", é uma homenagem ao samba e à seresta e foi lançado em fevereiro. FONTE: UOL

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Após lesão, Adriana Calcanhotto volta ao violão e reaprende canções em DVD.

Em seu novo DVD, "Olhos de Onda", Adriana Calcanhotto faz a plateia cantar canções onipresentes de sua carreira, como "Esquadros" e "Vambora", mas o público que sabe de cor a letra nem imagina que a própria cantora havia esquecido como tocá-las. "Eu tive que me encontrar com elas de novo, reaprender a tocar", ela conta, ao UOL. Não foi um lapso de memória, mas sim uma lesão na mão direita que a obrigou a ficar afastada do violão por quase dois anos. "Só me apeguei à parte boa que era não carregar um violão. Nesse esforço todo meu cérebro esqueceu as canções". Seu novo trabalho, gravado ao vivo no Rio de Janeiro em fevereiro deste ano, é o reencontro de Adriana com seu instrumento definitivo. Ela se despiu da produção grandiosa da sua alter-ego infantil, Partimpim (que a propósito ela ainda não sabe se vai voltar) e aparece no palco sozinha, apenas com o companheiro de seis cordas. Como cenário apenas um piercing no dente, brincos cintilantes e um vestido verde-água. A simplicidade é motivo de graça: "Vamos tocar em qualquer lugar que tenha elevador". Além das canções novas, como "Maldito Rádio", composta especialmente para a novela "Cheias de Charme", e o tino em gravar versões que caem no gosto do público ("Back to Black", de Amy Winehouse, é a bola da vez), os clássicos chegam com outra intensidade. "[A volta ao violão] me fez pensar sobre minha relação longa, entre tapas e beijos, com o violão. Eu abandono o violão ou ele me abandona (...) Como ele representa a música pra mim, quando o abandono eu estou um pouco me desligando da música, pensando se eu quero mesmo continuar". Na política, ela tem certeza que não quer continuar a fazer o que sempre fez. Eleitora de Marina Silva na corrida presidencial em 2010, a cantora chegou a compor um tema para a ex-ministra, mas agora, assim como em um samba, só sobrou desilusão: "Se fosse mais alienada eu seria mais feliz". FONTE: UOL

quarta-feira, 7 de maio de 2014

As novidades(Algumas nem tanto) sobre o novo álbum e single de Jennifer Lopez.

Nossa querida Jennifer Lopez está pronta para roubar os holofotes novamente! Depois de pregar a vibe Jenny From the Block com os primeiros singles promocionais de seu novo álbum, "Same Girl" e "Girls", além da estranha "I Luh Ya Papi", a jurada do American Idol revelou algumas novidades sobre seu próximo álbum de inéditas. O novo single de Jlo, "First Love", produzido pelo poderoso hitmaker Max Martin, retrata, segundo a cantora, o tema mais corriqueiro em sua carreira: O AMOR. Ploft! Nesta produção, veremos uma Jennifer mais madura e forte. "First Love", que teve seu vídeo gravado em meados de abril em Los Angeles, é descrito como um hino pop bem animado. Quem também participa do novo álbum de Jlo é o produtor das farofas mais suculentas interpretadas pela cantora nos últimos anos: o little RedOne. O hitmaker declarou que este novo projeto é uma grande mistura de ritmos e experiências; não é sobre apenas uma coisa, é tudo sobre Jennifer Lopez. Intenso, né? Tiros para todos os lados - urban, pop, dance, lambadas, hip-hop... mas a grande questão é: e o Pitbull? Depois de um evento no qual algumas faixas presentes no próximo álbum da cantora foram apresentadas aos profissionais da indústria fonográfica e da comunicação, alguns títulos já circulam na internet. Caso a tracklist não seja alterada, teremos o rapper em uma faixa produzida por DIPLO! Também são citados como colaboradores Robin Thicke, Rick Ross e Nas. O lançamento do novo disco da diva latina está previsto para 17 de junho. FONTE: R7.COM

terça-feira, 6 de maio de 2014

Adele comemora aniversário com insinuações sobre disco.

Na noite de domingo (04/05) – madrugada em Londres –, Adele resolveu comemorar seu aniversário com uma pista sobre o novo álbum. Aos 26 anos, completados hoje, a cantora de “Rolling In The Deep”escreveu no Twitter: “Tchau 25… Te vejo mais tarde ainda esse ano”. Não entendeu? A Billboard Brasil explica. A estrela britânica nomeia os seus álbuns de acordo com a idade que tinha quando foram criados. Foi assim com 19 (2008) e com 21 (2011), e é bem provável que o terceiro disco de estúdio ganhe um nome que siga a mesma lógica. No final do ano passado, rumores de que Adele já estava trabalhando nas composições do novo trabalho foram lançados na internet. Parcerias com Phil Collins e Diane Warren também já foram especuladas. O último álbum de Adele (21) rendeu os hits “Roling In The Deep”, “Someone Like You”, “Set Fire To The Rain” e “Rumour Has It”, e vendeu mais de 27 milhões de cópias em todo o mundo. FONTE: BILLBOARD BRASIL

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Artista do Ano, Rihanna leva quatro prêmios no iHeartRadio Music Awards.

Superando as expectativas, talvez até dela mesma, Rihanna foi a grande vencedora da primeira edição do iHeartRadio Music Awards, em Los Angeles, nos Estados Unidos, A cantora de Barbados, inclusive, levou o troféu mais importante da noite, Artista do Ano, atropelando Justin Timberlake, Imagine Dragons, Macklemore & Ryan Lewis e Maroon 5. "Eu sei que eu sou um pé no saco, mas vale a pena porque temos o maior prêmio da noite", brincou ela com sua equipe presente no local. A intérprete de "Umbrella" também levou para casa os prêmios de Música do Ano, Melhor Fã-Clube e Canção de Hip Hop/R&B. Outro destaque da noite foi o figurino e o cabelo de Rihanna que chamou a atenção de todos. Pela internet, ela era chamada de Cynthia, a boneca predileta de Angélica, do desenho animado "Os Anjiinhos" [Rugrats]. Quem também se destacou na noite de premiação foi o rapper e produtor musical Pharrell Williams, dono do hit "Happy", que ganhou o prêmio Inovação e se emocionou no palco. Artistas consagrados como Beyoncé, Oprah, Usher , Lady Gaga, Demi Lovato e Shakira mandaram depoimentos para ele através de vídeos elogiando sua contribuição para a música. Ele subiu ao palco para fazer uma performance e recebeu das mãos de Gwen Stefani seu troféu. "Você tem que acreditar em algo maior que si mesmo. Eu nunca sonhei, em um milhão de anos, como um produtor, que eu estaria aqui como um artista", falou ele que teve de se concentrar para conter a emoção. O ator Jared Leto, à frente da banda 30 Seconds to Mars, Pitbull, Kendrik Lamar, Shakira e outros artistas se apresentaram no palco. A estreia mundial da nova música póstuma de Michael Jackson "Love Never Felt So Good" foi interpretada por Usher, canção que fará parte do álbum "Xscape", que deve ser lançado dia 13 de maio. Miley Cyrus venceu a categoria Melhor Letra com "Wrecking Ball", mas ela não foi receber e sim seu pai, o cantor Billy Ray Cyrus. Outra curiosidade da noite foi que, no momento da premiação da categoria Melhor Canção Hip Hop/R&B, Rihanna estava presa no trânsito de Los Angeles e não recebeu o troféu em mãos. Quando recebeu a estatueta de Melhor Fã-Clube, ela aproveitou o espaço: "Este prêmio é para os fãs", disse. "Não é fácil, o que fazemos. É muito difícil às vezes. Eu nunca me senti confortável em ser outra coisa senão a mim mesma", completou.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

'Na contramão da farsa, tem gente que faz música direito', diz Ed Motta.

Em seu disco mais recente, AOR, lançado em 2013, Ed Motta defende o retorno do estilo de mesmo nome, sigla de Adult Oriented Rock, veia da música pop americana e sucesso nos anos 1970 e 1980, que prioriza a excelência técnica e a alta qualidade instrumental. Apagada nas últimas décadas, a vertente começa a ser vista novamente em artistas como o duo Daft Punk, principal vencedor do Grammy em 2014. "Os grandes hits do AOR realmente estão nas rádios adultas, mas o que seria o lado B do estilo anda bastante em voga mundo afora”, diz Motta em entrevista ao site de VEJA. Tal pop sofisticado pode ser ouvido na turnê AOR, que começa nesta quinta-feira, no Sesc Pinheiros, em São Paulo, depois de uma temporada fora do Brasil, que passou pela Europa, Japão e Estados Unidos. O senhor vem de uma turnê pela Europa. Como está sendo a recepção internacional de AOR? Surpreendente em todos os lugares que passo: Europa, Japão, México, voltei aos Estados Unidos depois de 10 anos sem me apresentar por lá. No Japão, no ano passado, a música 1978 ficou em primeiro lugar na rádio North Wave e logo começaram a tocar músicas do meu repertório anterior. Tem um livro/guia sobre AOR no Japão em que o disco recebeu destaque. AOR é o tipo de música, junto com jazz e bossa nova, por que os japoneses são obcecados. Na França, Alemanha e Inglaterra o disco também vai muito bem, este ano tenho mais três visitas marcadas para a Europa, onde lançaram uma versão em inglês do disco, assim como no Japão. Agora vai começar uma turnê em São Paulo. Como o senhor montou o show? O show é um apanhado da minha carreia, mas toco todas as músicas do AOR ao vivo. Quando as coloco ao lado das minhas canções anteriores vejo que sempre tive uma relação grande com este universo, mesmo sem saber. Como é essa sua relação com o AOR? Quando esse tipo de música entrou na sua vida? Eu sempre gostei do estilo sem nunca ter tido contato com essa terminologia, que eu conhecia mais relacionada com o também chamado “arena rock”, de bandas como Journey, Foreigner, Loverboy, Styxx, entre outros. AOR Westcoast é um universo imenso de artistas, que variam do country rock até Michael Jackson e seu famoso Thriller gravado com a turma de Aor, o pessoal da banda Toto etc. Na série de TV para internet Yatch Rock, que retrata essa cena, é uma forma bem humorada de entender o universo, conhecido no Japão também como Mellow Groove, ou City Pop quando os artistas são japoneses. Quais foram as suas influências dentro do estilo? Eu gosto de muita coisa de AOR, minha coleção cresceu nessa área consideravelmente nos últimos cinco anos. Artistas como Rupert Holmes, Eric Tagg, Pages, Jay Gruska, Andrew Gold, Valerie Carter, Bill Champlin, Roby Duke. Enfim, a lista é interminável. No Brasil considero Lincoln Olivetti o grande mago das produções com sotaque Aor/Soul, mesmo quem fazia outro tipo de música, no final de 1970, começo de 1980 se viu influenciado por isso. Outros grandes nomes do AOR no Brasil são Rita Lee, Guilherme Arantes e Roupa Nova.
O AOR reinou nas paradas internacionais durante boa parte das décadas de 1970 e 1980. Hoje, ele está relegado às estações de flashback. O que você acha que mudou: o gosto do ouvinte, dos formadores de opinião ou a disposição das bandas em tocar bonito? Existe um culto ao AOR pelo mundo hoje, principalmente na Escandinávia e no Japão. Na França também, já que abriga os sites/blogs e rádios mais importantes do gênero. Estão surgindo novos artistas, mesmo que de outra forma. O Daft Punk, dupla eletrônica, é bastante influenciado pelo estilo. Eles até chamaram músicos dessa área para gravar. Tem um site AOR Disco onde DJs fazem remix de faixas mais raras e obscuras. Existe noite de Aor em algumas cidades inglesas, já que a coletânea mais importante do gênero foi feita por Mark Taylor, DJ inglês. Os grandes hits do Aor realmente estão nas rádios adultas, mas o que seria o lado B do estilo anda bastante em voga mundo afora. Seu disco tem uma influência marcante de Steely Dan e Doobie Brothers. Como essas bandas inspiraram sua música? Steely Dan é minha religião. A influência deles aparece já faz tempo nos meus discos. No Brasil, quando você tem a ingenuidade nerd de comentar suas influências, você é considerado um copiador. Imagina Charles Mingus que falava de Duke Ellington a cada vírgula, e a música era uma sequência natural ao que foi proposto pelo Duke. Steely Dan gravou os discos mais perfeitos da música pop em todos em sentidos para mim, sonoramente, nos arranjos, a distribuição de vozes, a abertura dos acordes, etc. O senhor sempre valorizou o talento dos músicos e a qualidade dos arranjos. Existe uma predileção maior pelo feio e pelo mal tocado em detrimento dos verdadeiros instrumentistas? É uma posição confortável não saber música, até porque tem o aval de todos, das gravadoras, dos investidores, da imprensa. Agora uma banda como o Snarky Puppy, ganhar Grammy, fazer sucesso mundial é motivo de festa pra mim. Ali são músicos de verdade, jovens, competentes, intelectualmente honestos com a música. No Brasil, o Lucas Arruda, que tem o disco lançado na França e Japão desde o ano passado, é a grande promessa da música. Música da forma que conheço e respeito. Na contramão da farsa, tem gente querendo fazer música direito, isso é esperançoso. FONTE: VEJA.COM

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Após 4 anos, Mariah Carey anuncia nome e data de lançamento de novo álbum.

Assim como Beyoncé fez no final do ano passado, Mariah Carey causou grande surpresa em seus fãs ao anunciar através de sua conta do Facebook, na madrugada desta quinta-feira (1), o nome e a data de lançamento de seu mais novo álbum, quatro anos depois do último, "Merry Christmas II You". A cantora revelou que o título do novo trabalho será "Me. I Am Mariah: The Elusive Chanteuse" e que será comercializado a partir de 27 de maio. Além disso, ela também avisou que a pré-venda do álbum já está disponível no iTunes nas versões standard e deluxe. As duas capas do novo trabalho também já podem ser vistas, assim como a contracapa que traz uma curiosidade fofa: um desenho feito pela cantora quando ainda era criança. "Na parte de trás do álbum tem um tesouro pessoal: este é meu primeiro autorretrato feito quando eu tinha três anos e meio, intitulado 'Eu. Eu sou Mariah'. Mas, por favor, não me julgue. Eu só tinha três anos e meio", brincou em um vídeo também postado na rede social. Nas imagens, ela lembrou que teve diversos apelidos na vida, como Mimi, mas disse que tem um mais atual: "Pode me chamar de 'The Elusive Chanteuse'." "Me. I Am Mariah" tem 18 faixas com participações especiais de outros cantores como Nas, Miguel, Wale, Fabolous, Mary J Blige e R.Kelly. FONTE: UOL