quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Calvin Harris é o DJ mais bem pago do mundo
Calvin Harris é, de acordo com o ranking publicado pela revista Forbes, o DJ mais bem pago do mundo. A lista, que tem 13 nomes, traz o escocês na 1ª posição, com faturamento anual de US$ 66 milhões, seguido por David Guetta, com US$ 30 milhões, e AVICII, com US$ 28 milhões.
Harris, que também ficou no topo em 2013, fez mais de 120 apresentações no período de um ano. O artista construiu seu nome com shows regulares em Las Vegas e por meio de parcerias com grandes nomes da música pop, como Rihanna e Kesha.
Confira a lista completa:
01. Calvin Harris - US$ 66 milhões/
02. David Guetta - US$ 30 milhões/
03. AVICII - US$ 28 milhões/
04. Tiësto - US$ 28 milhões/
05. Steve Aoki - US$ 23 milhões/
06. Afrojack - US$ 22 milhões/
07. Zedd - US$ 21 milhões/
08. Kaskade - US$ 17 milhões/
09. Skrillex - US$ 16,5 milhões/
10. Deadmau5 - US$ 16 milhões/
11. Hardwell – US$ 13 milhões/
12. Armin van Buuren – US$ 12 milhões/
13. Steve Angello – US$ 14 milhões/
FONTE: BILLBOARD BRASIL
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
25 anos sem Raulzito: Entenda por que o "maluco beleza" continua entre nós
A cena é comum e independe de quem estiver no palco. Basta o primeiro intervalo entre músicas para surgir o brado, sempre impositivo e a plenos pulmões: "Toca Raul!". Seja por brincadeira ou desejo sincero, o pedido reinante das plateias mostra que a figura do cantor baiano, cuja morte completa 25 anos na próxima quinta-feira (21), ainda permanece perene na música e no imaginário do brasileiro.
Nascido em Salvador, em 1945, Raul Santos Seixas foi uma dos nomes mais importantes na popularização do rock no Brasil. Eclético e adepto da filosofia ocultista de Aleister Crowley, trouxe um olhar ao mesmo tempo reverente e iconoclasta sobre ritmo de Elvis Presley. Ao rock clássico, que dominava como ninguém, fazia questão de adicionar elementos regionais, como o balanço nordestino do baião e os acordes da música caipira e ate do choro.
Mesmo 25 anos depois de morrer, Raul é um dos artistas mais queridos e regravados do Brasil. Tem uma legião de seguidores e coleciona fãs famosos. Desde os desafetos Lobão e Caetano Veloso –que brigaram por sua causa–, passando por Lucas Santtana, Pitty e os sertanejos Zezé di Camargo e Luciano. Até Bruce Springsteen já rendeu homenagem a Raulzito, ao abrir sua última turnê no Brasil, em 2013, com "Sociedade Alternativa".
Nos cinemas, Seixas foi tema de um documentário do diretor Walter Carvalho, em 2012, sucesso de crítica. Atualmente, pode ser visto no longa "Não Pare na Pista", cinebiografia do amigo e parceiro espiritual Paulo Coelho, na pele do ator Lucci Ferreira.
Clássicos da música brasileira e também de uma mudança de paradigma geracional, "Ouro de Tolo", "Mosca na Sopa", "Metamorfose Ambulante" e "Maluco Beleza" jamais deixaram de encontrar ecos nas rádios, nos discos físicos e nas playlists da internet –e dificilmente um dia deixarão. Entenda a seguir por que o pai da Sociedade Alternativa continua entre nós.
DOCUMENTÁRIO - Dirigido por Walter Carvalho, "Raul, o Início, o Fim e o Meio" (2012) reconta em minúcias o percurso de Raul Seixas por meio de depoimentos de parentes, amigos, parceiros e jornalistas. Foram 200 horas de entrevistas com 94 pessoas. Em uma entrevistas, com Paulo Coelho, uma mosca pousa solenemente na face do escritor, entrevistado em sua casa na Suíça. "Interessante, não há moscas em Genebra. É Raul", brinca.
Bruce toca Raul -
Bruce Springsteen havia se apresentado pela última vez no Brasil em 1988, um ano antes da morte de Raul Seixas. A espera teve fim em outubro de 2013, simplesmente ao som de "Sociedade Alternativa", executada com acento gospel e com direito a um macarrônico –porém esforçado—português do autor de "Born to Run". Bruce, que tem o costume de tocar músicas de artistas locais, pediu sugestão ao jornalista Álvaro Pereira Júnior, que sugeriu Raul após consultar o amigo e também jornalista André Forastieri.
Filme sobre Paulo Coelho -
Dirigido por Daniel Augusto, o longa "Não Pare na Pista" estreou nesta quinta, com a história do escritor e parceiro musical de Raul Seixas, um dos vendedores de livros do mundo. Focado na adolescência, juventude e atualidade do autor carioca, o filme mostra o encontro dos dois, nos anos 1970, amizade com tons de misticismo que teve como frutos músicas como "Al Capone", "Sociedade Alternativa" e "Eu Nasci Há 10 Mil Anos Atrás". Nas telas, Raul é interpretado pelo ator Lucci Ferreira.
Bloco Toca Rauuul -
Criado por um grupo de amigos em 2011, o bloco carioca Toca Rauuul faz, no Carnaval no Rio, releituras de Raul Seixas em ritmos como frevo, samba, marchinha e maracatu. A festa reúne cerca de 20 mil foliões na Praça Tiradentes, centro da capital fluminense. Com um forte apelo visual, com figurinos, adereços, bonecos e efeitos visuais, os foliões atravessam todas as fases da carreira do músico. Jimi Hendrix, Bob Marley e até Carlos Gomes também entram na dança.
Tributo no Rock in Rio -
O show em homenagem a Raul Seixas mostrou a vitalidade dos versos do artista na última edição do festival Rock in Rio, em 2013. Com ares de culto, a apresentação no palco Sunset reuniu Detonautas, Zeca Baleiro e Zélia Duncan, que emularam clássicos e o espírito do baiano. "Se ele estivesse vivo estaria nas ruas se manifestando com o povo brasileiro", disse no palco o vocalista Tico Santa Cruz, do Detonautas, em um exercício de adivinhação referente à onda de protestos que tomou conta do país no ano passado.
Musical infantil -
Atualmente em cartaz em São Paulo, o musical "Mania de Explicação", adaptação do livro homônimo da escritora Adriana Falcão, é um mergulho em um mundo lúdico de contos de fada, palhaços e colombinas. A peça, que tem Luana Piovani no elenco, traz Raul Seixas na trilha sonora. A ideia foi do diretor Gabriel Villela, que deu caráter lúdico a canções como "Caubói Fora da Lei", "Medo da Chuva" e "Metamorfose Ambulante", retomando a ideia de "Carimbador Maluco", composta por Raul para o especial "Plunct, Plact, Zuuum", da Rede Globo.
Show de Lucas Santtana -
Nome da nova geração da MPB, Lucas Santtana apresentou no Sesc Santo André, em janeiro deste ano, o repertório consagrado de Seixas, mas convertido em ritmos jamaicanos. Nas novas versões, "Cowboy Fora da Lei", "Carimbador Maluco" e "Mosca na Sopa" ganharam a malemolência do dub, ska, reggae e dance hall. "Como todo adolescente, passei por fases em que ouvi muito alguns ícones, como Raul e Bob Marley. Não tem como não ser influenciado por essas referências eternas. Tive certo medo dos fãs do Raul, mas muitos entram na onda", disse o cantor na época.
Homenagem de Zezé di Carmargo e Luciano -
Zezé di Camargo nunca escondeu sua admiração por Raul Seixas. Em sua casa, mantém uma coleção que inclui todos os álbuns do baiano em vinil. Nos anos 1990, ao lado do irmão Luciano, chegou a incluir "Tente Outra Vez" no repertório da dupla. Este ano, os sertanejos foram além, lançando a faixa "Teorias de Raul", que também dá nome ao seu álbum mais recente. "Não diga que a canção está perdida/Porque tudo pode ser melhor do que já foi/Pra renascer você de novo em minha vida/Eu hoje vivo o ontem esperando o depois", cantam no tributo, de ar mais romântico.
Abertura de novela -
A versão original de "Tente Outra Vez" foi escolhida para ser o tema de abertura da novela "Vitória", da Rede Record, que estreou em junho. Uma espécie de homenagem aos 25 anos da morte do baiano. Assim como a música de Raul, incluída no álbum "Novo Aeon" (1975), o folhetim é centrado em histórias de superação. O restante da trilha sonora, no entanto, vai por outros caminhos, um tanto truncados, com músicas de Jorge Vercillo, Fábio Jr., Engenheiros do Hawaii e Dr. Sin.
FONTE: UOL
terça-feira, 19 de agosto de 2014
30 anos do sax mais sexy de todos os tempos
Ontem (18) a linha de saxofone mais romântica de todos os tempos completou 30 primaveras. Estamos falando do clássico “Careless Whisper'', de George Michael. Ou, mais precisamente, da dupla Wham!, da qual o cantor fazia parte no início da carreira.
Trilha-sonora de incontáveis filmes, novelas e comerciais, se tornou sinônimo de sedução e romantismo, em grande parte por causa da introdução inesquecível.
Mas se todo mundo sabe assobiar a canção, pouca gente sabe o que há por trás dela. Pensando nisso, listamos alguns fatos sobre “Careless Whisper''.
1-É o único single do Wham! que George Michael escreveu em parceria com Andrew Ridgley, o outro integrante da dupla. Paradoxalmente, a música foi a primeira a sair como “Wham! Incluindo George Michael'' e pouco depois como um single solo do cantor.
2-Os dois compuseram a canção em 1981, três anos antes do lançamento, quando George trabalhava como lanterninha num cinema. Segundo ele, a parte emblemática do saxofone foi feita mentalmente no ônibus a caminho de casa.
3-Uma primeira versão foi gravada em 1983 pelo lendário produtor Jerry Wexler. Fundador da Atlantic Records, inventor do termo “Rhythm & Blues'' e um dos responsáveis por deslanchar as carreiras de nomes que vão de Ray Charles e Aretha Franklin a Led Zeppelin e Dire Straits, Wexler não conseguiu agradar o exigente George Michael. Produzida pelo próprio cantor, a versão final chegou ao primeiro lugar em 25 países.
4-George Michael não é muito fã de “Careless Whisper''. Segundo ele, “é decepcionante que você pode escrever uma letra sem nenhuma seriedade – e não particularmente boa – e ela pode significar tanto para tanta gente. Isso desilude o compositor“.
5-Os lábios por trás da melodia inesquecível pertencem ao saxofonista britânico Steve Gregory, que também gravou o clássico “Honky Tonk Woman'', dos Rolling Stones e tocou ao lado de grandes nomes como Fleetwood Mac, Fela Kuti, Queen e Georgie Fame.
FONTE: UOL
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Kanye West pode trabalhar com Paul McCartney
Kanye West pode realizar uma parceria com Paul McCartney, de acordo com o Daily Mail. A publicação afirma que Kanye tem o desejo de convidar o beatle para participar de seu próximo álbum, e que os dois músicos são grandes amigos.
Paul revelou em uma entrevista concedida em 2013 que é fã do rapper – tendo inclusive comprado Watch The Throne, disco de Kanye lançado em 2011 – e que adoraria ter a oportunidade de trabalhar com ele.
Em uma recente reportagem do The Sun, uma pessoa próxima de Kanye West falou sobre a amizade entre ele e Paul. “Os dois se conhecem há um bom tempo, mas ficaram mais amigos recentemente. Existe uma boa chance de eles entrarem em estúdio juntos.”
FONTE: BILLBOARD BRASIL
sábado, 16 de agosto de 2014
Fergie investirá em novo álbum solo
Durante entrevista para o programa de Chelsea Handler nesta ÚLTIMA quarta-feira (15), a cantora Fergie do grupo Black Eyed Peas, contou que o seu novo álbum solo está a caminho.
Sem confirmar a data de lançamento, ela disse somente que "está chegando". Seu último álbum solo foi realizado em 2006, o "The Dutchess", com hits como: "Big Girls Don't Cry", "London Bridge", "Clumsy" e "Fergalicious".
Em janeiro, o site "Radar Online" disse que o relacionamento profissional de Fergie com Will.i.am estaria ameaçado. A cantora, que está preparando o segundo disco solo com produção do companheiro do Black Eyed Peas, estaria sendo encorajada pelo marido Josh Duhamel em deixar o grupo para se reinventar.
FONTE: DOL
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Balanço do Rock traz o hardcore dos Maltrapilhos
O “Balanço do Rock” deste sábado (16) recebe, ao vivo, a banda braziliense de punk/hardcore Os Maltrapilhos, tocando no Estúdio Edgar Proença. Sucessos entre o público, as músicas “Eu não aguento mais” e “Punk Rock Nacional” estão no repertório, que promete agitar a Cultura Rede de Comunicação.
Não perca: O programa vai ao ar todos os sábados, às 16h, pela Rádio e Portal Cultura.
FONTE: PORTAL CULTURA
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Pop rock está morrendo nos palcos e rádios, mas está em alta na TV
Nas emissoras de rádio e nos palcos o pop rock nacional está em vias de desaparecer, a não ser na insistência de dinossauros como as bandas dos anos 80 que ainda resistem e conseguem atrair bom público – Ultraje a Rigor (33 anos de carreira) e Ira! (31 anos na estrada) lotaram seus shows no Planeta Rock Festival, em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Mas eis que, surpreendentemente, o gênero é o preferido das grandes empresas para servir de trilha sonora e fundo musical de comerciais de televisão.
O mesmo Ultraje a Rigor se rendeu ao mercado e se tornou a trilha oficial da operadora de celulares Claro para a campanha do Dia dos Pais. Na verdade, o grupo recriou a sua mais genial música, “Nós Vamos Invadir a Sua Praia'', com a banda executando uma nova versão, com letra alterada para os propósitos publicitários da empresa.
Nunca se soube que Roger Rocha Moreira, guitarrista, vocalista e chefe da banda, tivesse restrições quanto ao uso comercial de sua obra, ao menos publicamente. Entretanto, chamou a atenção a “remodelação'' que empreendeu na letra do grande sucesso para adequar a música às exigências do cliente.
Não ficou ruim, a peça publicitária até que cumpre bem o seu papel, com a presença do cantor Laert Sarrumor, um dos pilares da banda de rock satírico Língua de Trapo, que há anos é um requisitado ator publicitário – participou até mesmo de seriados na TV Globo, embora de forma esporádica.
Outra operadora de celulares, a Vivo, em parceria com a fabricante Samsung, fez uma bela homenagem ao mítico e ainda celebrado Raul Seixas ao produzir um bem produzido clipe de cinco minutos. A música “Metamorfose Ambulante'' intitula também o clipe e relaciona a evolução tecnológica com a letra da canção. Ainda que de forma compacta, a peça publicitária foi exibida algumas vezes na TV aberta e com mais frequência na TV por assinatura.
Durante a Copa do Mundo, a marca de cerveja Brahma, da cervejaria Ambev, surpreendeu ao trazer uma peça publicitária com a música “Por Enquanto'', da Legião Urbana, o que enfureceu os dois membros remanescentes, Marcelo Bonfá (bateria) e Dado Villa-Lobos (guitarra), que brigaram no Justiça por anos contra a família de Renato Russo (morto em 1996) pelos direitos da obra da banda.
A autorização para o uso da música foi dada por Giuliano Manfredini, filho de Russo, atualmente o detentor dos direitos de uso do nome do grupo e da administração do espólio e catálogo da Legião. Como Renato Russo reagiria à transformação de uma das músicas que teve sua colaboração em um mero produto publicitário?
Os Titãs também gostaram do esquema e emprestaram um hit dos anos 80 para servir de trilha para um comercial de remédios da empresa Neo Química, empresa do grupo Hypermarcas. Sob o slogan “Neo Química. O remédio da família brasileira”, o filme tem como trilha sonora a música “Família”, e termina com a presença do ex-jogador Ronaldo Fenômeno ao lado de balconistas de farmácia. Com presença constante na grade das emissoras comerciais no primeiro semestre, ainda aparece de vez em quando nos intervalos do Jornal Nacional, da TV Globo, como ocorreu nesta semana em duas ocasiões.
Por que o pop rock ainda tem algum apelo publicitário, em horário nobre de TV e rádio, envolvendo gigantes multinacionais, mas definha em alta velocidade na vida real, nos palcos e nos CDs? Por que Raul Seixas, um mito que ainda persiste no ideário roqueiro nacional, mesmo que cada vez mais esteja reduzido a um bordão ('Toca Raul!), ainda tem um bom cartaz para embalar marcas diversas de produtos?
“O pop rock nacional dos anos 80 é reconhecível de longe, está na memória imediata das pessoas, assim como Raul Seixas e, mais recentemente, Jota Quest. É associado a um passado legal, de efervescência cultural, política, e referência de uma época. Tem muito apelo a um público mais escolarizado e de um poder aquisitivo maior. Não é por outro motivo que montadoras de automóveis brasileiras e estrangeiras têm usado músicas do pop rock inglês nos últimos dois anos – Oasis, The Verve e várias outras bandas. O pop rock é bom para vender, é reconhecível no ato, mas só o mais antigo. O mercado publicitário foge de músicas de bandas novas porque não cola. Nem mesmo Pato Fu agrada, pelas pesquisas. No máximo, Jota Quest e Skank, que têm mais de 20 anos de carreira'', avalia, Renato Cordeiro, músico, produtor e publicitário paulistano com passagens por seis agências publicitárias de porte.
Essa tendência, portanto, remete a outro texto publicado no Combate Rock a respeito do mercado pop: o chamado classic rock está atrapalhando o rock. A balança desproporcional favorecendo o clássico, o antigo com qualidade, está inibindo a ousadia, o risco e a inovação, ao relegar o novo a um terceiro plano.
Bandas novas têm cada vez menos espaço para a música autoral no Brasil hoje, ao menos no pop rock. Bares com som ao vivo e produtores diversos de espetáculos têm horror a trabalhar com bandas autorais com medo de prejuízos. Preferem apostar sempre no certo e nunca duvidoso.
As bandas de rock dos anos 80 sempre terão espaço, e é bom que tenham, pois são referência de qualidade. O problema é que deveria ter espaço para todo mundo, e hoje ele não existe. Um exemplo é o Planeta Rock Festival, encerrado no último final de semana em São José do Rio Preto, interior de São Paulo. As quatro bandas principais: Detonautas, Raimundos, Ira! e Ultraje a Rigor, sendo que a primeira, a mais nova, com 16 anos de carreira, mas hoje menos exposta na mídia. AS duas últimas, com 35 anos de carreira…
O festival fez algo bastante interessante, que é a implantação de um concurso de bandas – 30 delas foram selecionadas entre mais de 130 para tocar duas músicas. Bastante louvável, mas com um problema: 15 bandas concorreram com sons autorais, e 15 delas com versões de sucessos, a esmagadora maioria de covers de classic rock. Qual o sentido de se fazer um concurso de bandas cover em um festival deste porte, que reuniu quase 80 mil pessoas em quatro dias de shows?
As bandas brasileiras clássicas ainda continuam bem nos palcos e nos comerciais de TV, mas, de forma não intencional, estão ajudando a matar o pop rock autoral e com músicas novas. Os “clássicos'' não têm culpa, é óbvio, mas sua onipresença asfixia qualquer possibilidade de ascensão de cena alternativa ou nova.
FONTE: UOL
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