terça-feira, 10 de março de 2015
Nanna Reis faz show no Schivasappa
Nanna Reis é a atração desta quarta-feira (11), do projeto “Uma Quarta de Arte”, da Fundação Cultural do Pará. Durante o show, será lançado o primeiro videoclipe da cantora, gravado na Ilha do Marajó, com produção de Lucas Escócio e do cineasta inglês Gareth Jones.
No palco do Teatro Margarida Schivasappa, composições próprias, além de canções de compositores parceiros e releituras de músicas que a influenciaram. Entre os destaques, a música “Chamegoso”, composição do pai, Alfredo Reis, que fez sucesso nos anos 80, na voz do cantor Mahrco Monteiro.
Não faltarão também convidados especiais como Keila Gentil (Gang do Eletro), Sammliz (ex-vocalista da banda Madame Saatan) e Elaine Valente (guitarrista da banda Álibi de Orfeu).
Serviço: o show da cantora Nanna Reis será nesta quarta-feira (11), às 20h, no Teatro Margarida Schivasappa - Av. Gentil Bittencourt, nº 650, Batista Campos. Mais informações: 3202-4315 / 3202-4316.
FONTE: AGÊNCIA PARÁ
Nanna Reis faz show no Schivasappa
Nanna Reis é a atração desta quarta-feira (11), do projeto “Uma Quarta de Arte”, da Fundação Cultural do Pará. Durante o show, será lançado o primeiro videoclipe da cantora, gravado na Ilha do Marajó, com produção de Lucas Escócio e do cineasta inglês Gareth Jones.
No palco do Teatro Margarida Schivasappa, composições próprias, além de canções de compositores parceiros e releituras de músicas que a influenciaram. Entre os destaques, a música “Chamegoso”, composição do pai, Alfredo Reis, que fez sucesso nos anos 80, na voz do cantor Mahrco Monteiro.
Não faltarão também convidados especiais como Keila Gentil (Gang do Eletro), Sammliz (ex-vocalista da banda Madame Saatan) e Elaine Valente (guitarrista da banda Álibi de Orfeu).
Serviço: o show da cantora Nanna Reis será nesta quarta-feira (11), às 20h, no Teatro Margarida Schivasappa - Av. Gentil Bittencourt, nº 650, Batista Campos. Mais informações: 3202-4315 / 3202-4316.
FONTE: AGÊNCIA PARÁ
segunda-feira, 9 de março de 2015
Morre aos 90 Inezita Barroso, a voz da música caipira
Morreu ontem a noite, a cantora Inezita Barroso, grande divulgadora da música e da arte caipiras. Inezita estava internada desde o último dia 19 de fevereiro no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde veio a falecer de insuficiência respiratória. Ela havia acabado de completar 90 anos, dia 4 de março, aniversário comemorado na manhã deste domingo em uma edição especial de seu programa, o Viola, Minha Viola, que apresentava há quase 35 anos na TV Cultura. A cantora deixa uma filha, Marta Barroso, três netas e cinco bisnetos. O velório será aberto ao público, na Assembleia Legislativa de São Paulo.
Paulistana da Barra Funda, onde nasceu Ignez Magdalena Aranha de Lima em 1925, Inezita cairia de amores pela música caipira já na infância, a partir das viagens à fazenda da família, no interior paulista. O aprendizado musical teve início cedo para Inezita. Aos 7 anos, ela já cantava e estudava violão. Aos 11, aprendeu a tocar piano. Já a carreira musical começou depois dos 20 anos, na década de 1950, durante um recital no Teatro Santa Isabel, no centro da capital pernambucana. A apresentação levaria Inezita a assinar contrato com a Rádio Clube do Recife. Era apenas o início de uma longa e prolífica carreira artística - que teria no programa da TV Cultura um de seus pontos mais marcantes.
Inicialmente uma convidada fixa do Viola, Minha Viola, Inezita conquistou o público com seu carisma logo em suas primeiras participações. No terceiro mês de vida do programa, em agosto de 1980, ela já ocupava o posto de apresentadora. Durante suas mais de 1.500 edições, o Viola Minha, Viola se firmou como uma peça essencial na valorização e até mesmo no registro histórico da música e do folclore caipiras e da moda de viola. No palco comandado com desenvoltura por Inezita, passaram os principais nomes do sertanejo, como Tonico e Tinoco, Milionário e José Rico, Chitãozinho & Xororó, Pena Branca e Xavantinho, Almir Sater, Sergio Reis, entre muitos outros.
A grande contribuição de Inezita para a cultura brasileira à frente do Viola, Minha Viola, porém, é apenas uma faceta da trajetória de mais de 60 anos da artista. Cantora, acadêmica, atriz e apresentadora, ela dedicou sua vida à música caipira e nunca parou de produzir. Dona de um vozeirão marcante, gravou mais de 80 discos na carreira e recebeu inúmeras honrarias, incluindo o Grande Prêmio da Crítica da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), em 2010, em reconhecimento à importância de sua obra. Entre seus maiores sucessos estão Moda da Pinga, Lampião de Gás e Ronda.
Como atriz, esteve principalmente em filmes dos anos 1950, vencendo o Prêmio Saci pela atuação em Mulher de Verdade (1954). Com vocação para o pioneirismo, participou da transmissão inaugural da TV Tupi, emissora na qual apresentou diversos programas. A partir de 1954 passou a se apresentar na TV Record, onde entrou como primeira cantora contratada.
Da formação em Biblioteconomia pela USP (Universidade de São Paulo), ela emprestaria as técnicas de pesquisa e catalogação que fariam dela uma grande estudiosa da música e do folclore caipiras. Inezita percorreu o interior do país por conta própria, registrando histórias e canções. Por seu trabalho, recebeu o título de doutora Honoris Causa em Folclore pela Universidade de Lisboa.
FONTE: VEJA.COM
sexta-feira, 6 de março de 2015
Madonna revela que pode trabalhar com Drake
Já é de conhecimento geral que o novo álbum de Madonna, Rebel Heart, tem inúmeras colaborações. Nele, a Rainha do Pop trabalhou com Nas, Chance The Rapper, Nicki Minaj e até mesmo com o ex-pugilista Mike Tyson.
No entanto, houve uma parceria que a artista não conseguiu viabilizar durante o tempo de estúdio de Rebel Heart. “Eu quase trabalhei com o Disclosure, mas não deu certo porque eles estavam em turnê”, contou à Associated Press.
Enquanto a parceria com o duo inglês não acontece, ainda há um rapper com quem Madonna gostaria de trabalhar. “Eu não sei, talvez eu faça uma colaboração com Drake”, disse.
Diplo – outro colaborador de Rebel Heart –, Drake e Disclosure são os artistas que estão na playlist fitness da cantora, na qual ela diz incluir hip hop e dance music.
“Eu ainda faço bastante aeróbica. E voltei a fazer ioga. Faço treinos intervalados, pulo corda, faço uma coisa chamada arte corporal”, explicou. “Você tem que mudar, pra não ficar entediada fazendo a mesma coisa o tempo todo.”
Rebel Heart tem lançamento previsto para o dia 10 de março.
FONTE: BILLBOARD BRASIL
quinta-feira, 5 de março de 2015
Hit ‘Blurred Lines’, de Pharrell e Thicke, rendeu mais de R$ 47 mi
A música Blurred Lines, um dos maiores hits de 2014, rendeu mais de 16 milhões de dólares (cerca de 47 milhões de reais). As informações foram reveladas pelo tribunal da Califórnia, por causa do processo movido pela família de Marvin Gaye, que acusa Robin Thicke e Pharrell Williams de plagiar a canção Got to Give It Up. Thicke e Pharrell receberam, cada, 5 milhões de dólares, enquanto o rapper TI, que participa da canção, ficou com 700 000 dólares. As informações são do site da revista The Hollywood Reporter.
A família de Gaye pede 40 milhões de dólares de indenização pelo uso indevido e sem autorização da música. A quantia representa 50% dos ganhos de Blurred Lines, uma parte do lucro que Thicke obteve durante sua turnê e compensação pela queda do valor de mercado do licenciamento de Got to Give It Up. Os três negam terem plagiado a canção.
Normalmente, as informações sobre os lucros de músicas são segredos das gravadoras, mas, neste caso, os números se tornaram públicos a pedido do juiz que cuida do caso, John Kronstadt. Thicke admitiu que, apesar do seu nome aparecer nos créditos da canção, somente Pharrell é seu verdadeiro autor. "Nada disso foi minha ideia, eu estava bêbado. E eu diria que 75% já estava feito quando eu cheguei", diz o cantor em parte dos documentos obtidos em setembro pelo site da The Hollywood Reporter.
O juiz aceitou o pedido dos músicos para que qualquer alegação de violação de direitos autorais seja baseado apenas em acordes, melodias e letras das duas músicas, e não levasse em consideração qualquer artifício usado durante a gravação. Para mostrar que algumas canções se parecem, mas não são plágios, Thicke tocou canções do U2, Michael Jackson e dos Beatles no tribunal. A família de Gaye também pede a Thicke uma compensação pelo uso indevido de outra canção do músico. Segundo eles, After the Dance se parece com a faixa Love After War, de Thicke. O caso deve se encerrar em ainda esta semana.
FONTE: VEJA.COM
quarta-feira, 4 de março de 2015
Morre José Rico, da dupla sertaneja Milionário e José Rico
O músico José "Rico" Alves dos Santos, voz principal da dupla Milionário e José Rico, morreu ontem (3), aos 68 anos, no Hospital da Unimed de Americana, interior de São Paulo. De acordo com um comunicado divulgado pela assessoria de imprensa, a morte ocorreu às 14h18 por infarto do miocárdio.
A notícia da morte foi divulgada na página oficial dos artistas no Facebook. "É com muita dor no coração e profunda tristeza que comunicamos o falecimento do nosso ídolo José Rico", diz o comunicado. O cantor de sucessos como "Estrada da Vida" foi internado pela manhã, em Americana (SP), com problemas no coração, rins e joelho, ainda segundo a nota.
"Vamos rezar por este homem que tanta alegria nos deu. É impossível descrever nossa tristeza, estamos todos em estado de choque", conclui a nota.
De acordo com a assessoria de imprensa, a dupla fez shows no sábado e no domingo no interior de São Paulo. José Rico teria sentido fortes dores na perna e cantou sentando em um banquinho.
Ainda segundo a assessoria, o músico tinha previsão de alta do hospital para esta terça e voltaria para São Paulo na quarta-feira, onde faria uma participação no programa "Ritmo Brasil", da RedeTV!.
Um dos últimos registros da dupla, que vendeu 35 milhões de discos em 43 anos de carreira, é uma participação no DVD ainda inédito de Victor e Leo, gravado no dia 29 de janeiro, em São Paulo. Na ocasião, a dupla cantou a música "Estrada Vermelha", composta por Victor.
Nascido em São José do Belmonte (PE) e criado na cidade de Terra Rica, Paraná, o cantor adotou o nome artístico de José Rico em referência à cidade. Participou de outras duplas até mudar-se para a capital de São Paulo, em 1968. Lá, conheceu Romeu Januário de Matos, o Milionário, no hotel em que estavam hospedados.
Depois do início em São Paulo, a dupla mudou-se para Londrina (PR). Lá começaram a cantar em um estúdio de gravação de jingles comerciais. Foram apresentados à gravadora Chantecler em 1973, pelo compositor Prado Júnior, que também trabalhava na produção de jingles. Em 1982, a dupla alcançou grande sucesso com "Tribunal do Amor".
Entre os sucessos de Milionário e José Rico estão músicas como "Jogo de Amor", "De Longe Também se Ama", "O Tropeiro", "Amor Dividido" e especialmente a canção rancheira "Estrada da Vida", que vendeu mais de dois milhões de cópias e deu origem ao roteiro do filme homônimo, dirigido por Nelson Pereira dos Santos.
Apesar de não estarem mais no "mainstream" da atual música sertaneja, o sucesso da dupla Milionário e José Rico continuava pelo interior do país, em festas de peão e em lugares improváveis, como um restaurante em São Bernardo do Campo, onde a reportagem do UOL acompanhou um show da dupla em 2013.
"A gente folga janeiro e fevereiro, depois do Carnaval começa. De 15 a 20 shows por mês. Só em Franca a gente já cantou 203 vezes, e vamos voltar agora de novo. Estivemos sábado em Paranavaí, com chuva e tudo, deu 15 mil pagantes", contou na época José Rico.
Naquele dia, a histeria dos fãs, de todas as faixas etárias, quase atrasou o show. Mas José Rico era o retrato da simpatia. Chegou de óculos escuros, o bigode (sua marca registrada que, segundo ele, era inspirado no visual de Raul Seixas), bota de pele de arraia, cheio de anéis nos dedos, colares no pescoço, camisa aberta até a altura da barriga e a unha do dedo mindinho sempre grande e pintada de vermelho.
Ao tentar explicar a longevidade da dupla em seus então 43 anos de carreira, José Rico filosofou: "O segredo do sucesso é simplicidade e humildade. A música também, claro. Mas a maneira como a gente conduz é diferente de muitos outros. Porque fazer sucesso é fácil. Difícil é manter. O cara faz um sucesso e já quer ser dono do mundo. Isso tudo é frescura. A arte não gosta disso. A arte e o artista têm uma diferença muito grande. O artista passa, e a arte fica. Aqui no Brasil, pelo menos, é assim."
FONTE: UOL
terça-feira, 3 de março de 2015
Família de Sinatra prepara homenagens para centenário
Para celebrar o centenário do nascimento de Frank Sinatra, que acontece em dezembro deste ano, a família do cantor está empenhada em promover diversas homenagens com exposições, documentário, coletâneas, aplicativo e até um curso de faculdade. As informações são do site da revista americana Rolling Stone.
No planejamento está o documentário Sinatra: All or Nothing at All de quatro horas de duração, que será exibido pela HBO em dois episódios. O especial, previsto para chegar à TV americana em abril, vai mostrar cenas raras do show de 1971 em que Sinatra anunciou sua aposentadoria, em Los Angeles.
O Museu do Grammy, em Nova York, receberá em março uma exposição sobre o cantor, que, a partir de setembro, vai viajar por outras cidades americanas. Algumas universidades dos Estados Unidos também prestarão sua homenagem, entre elas a de Los Angeles (UCLA), que vai oferecer este ano um curso totalmente voltado para estudar o legado do músico e ator.
Gravadoras como a Sony e a Capitol anunciaram o lançamento de coletâneas do cantor, e alguns dos filmes estrelados por ele voltarão ao circuito em exibições especiais e em festivais de cinema. Entre os outros artigos planejados pela família estão uma marca de uísque e um aplicativo. Porém, quem abriu a celebração do centenário foi Bob Dylan com o ótimo disco Shadows in the Night, lançado no fim de janeiro, em que o músico folk faz cover de canções famosas na voz de Sinatra.
FONTE: VEJA.COM
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