segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Bob Dylan vai relançar discografia em caixa com 42 álbuns.
Boa notícia para os fãs de Bob Dylan. O cantor vai relançar sua extensa discografia em novembro, em um box set especial contendo nada mais do que 42 álbuns.
Direcionada a neófitos e colecionadores, "The Bob Dylan Complete Album Collection: Vol One" contará com 35 álbuns de estúdio do cantor, além de seis discos ao vivo e um CD duplo de "side tracks" — faixas nunca lançadas como single e músicas de filmes e de compilações.
Quatorze dos 35 álbuns de estúdio foram remasterizados, incluindo o disco de covers "Dylan", de 1973, que será editado oficialmente pela primeira vez nos Estados Unidos.
O acervo de mais de 50 anos de Bob Dylan, considerado uma lenda do folk rock e da música americana, também será disponibilzado em um pendrive com uma case no formato de sua tradicional gaita. Como mimo, o pacote ainda terá um livro com comentários sobre cada álbum feitos pelo escritor Clinton Heylin.
O preço do box set, já em pré-venda na Amazon, é de US$ 364,46 (cerca de 811 reais).
Segundo a gravadora Columbia, o segundo volume da série, "Bob Dylan Complete Collection: Vol Two", sairá no ano que vem, trazendo as populares gravações não oficiais de shows do cantor, os "bootlegs". Para este ano, a gravadora também prepara o lançamento da coletânea "The Very Best Of Bob Dylan", programada para 4 de novembro.
FONTE: UOL
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Gaúcho é um pouco chorão, não consegue se misturar, diz Humberto Gessinger.
Após quase 30 anos na música, Humberto Gessinger finalmente lança um trabalho solo. É a primeira vez que o baixista, compositor e fundador do Engenheiros do Hawaii usa apenas seu nome em um trabalho artístico, e não com a conhecida banda, ao lado de Duca Leindecker no Pouca Vogal ou com o Humberto Gessinger Trio (que rendeu apenas um disco em 1996).
Para inúmeros fãs apaixonados, e detratores fervorosos das obras do gaúcho, um aviso: não há nada diferente dos outros trabalhos de Gessinger. Poderia ser muito bem um disco de outras bandas do cantor. "Nesse sentido sou bem amador", ele explica, em conversa com o UOL.
"As músicas pintaram no fim do ano passado. Só não sabia muito bem como lançar, se seria em disco do Engenheiros ou do Pouca Vogal. Na medida que eu ia preparando, vi que o grande barato era que cada música pedia algo diferente, e acabei chamando músicos de vários lugares".
Alguma sensação nova na estreia solo? "Apenas uma: de que eu não tenho um nome apropriado para um artista", ele ri. "Humberto Gessinger. É um nome meio complicado".
Pode não ser fácil, mas todo mundo conhece o nome e sobrenome do gaúcho. Falando de maneira calma, sempre no mesmo tom, por telefone direto de Porto Alegre --onde estreia o novo show na próxima quinta-feira (3)--, Humberto também falou sobre o novo livro, "Seis Segundos de Atenção", que terá tarde de autógrafos em São Paulo no sábado (28), na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi.
Da mesma maneira que os últimos lançamentos (o compositor já lançou cinco obras), o livro traz pequenas crônicas de assuntos variados, que passeiam pela história do Engenheiros, pelas novas composições e suas opiniões sobre todo e qualquer tipo de assunto.
"Putz, há tantos assuntos palpitantes sobre os quais palpitar e eu só consigo pensar numa pedra caindo na água. Eleições, crimes, julgamentos, lançamentos... e só me interessa o espelho d'água de repente tomado por círculos concêntricos", diz um trecho do capítulo chamado "Tramando Mantras".
A veia literária falou mais alto quando Humberto criou um blog, embora ele diga que sempre escreveu, antes mesmo de compor. "A história é clichê, um guri tímido do colégio que escrevia...". Hoje, ele acredita que a prática o ajudou na música. "A coisa de estar lançando livro me deixou mais a vontade na composição. Eu senti isso. Sou mais rigoroso como compositor hoje", defende.
"Insular", o disco solo, não foi pensado como um trabalho conceitual, mas há um inegável clima de tributo a música regional. Escrito entre períodos de seca criativa, quando Humberto passava três meses sem conseguir escrever, o disco tem ritmo de folk rock, mas traz sanfonas e milongas, e a participação de músicos gaúchos, como com Bebeto Alves e Duca Leindecker.
"É algo que eu sempre fiz, mas nunca foi tão explicito", ele explica, sem deixar de criticar uma divisão na música gaúcha. "Gaúcho é um pouco chorão, diz que não tem espaço, mas não consegue se misturar. Algo que o Pará, por exemplo, sabe fazer muito bem. Fica uma coisa regional e tradicional de um lado e quem faz uma música mais universal de outros, como se fossem espécies em extinção", observa.
O mineiro Rogério Flausino, do Jota Quest, é a exceção no primeiro single, "Tudo Está Parado". "Fiquei três meses sem escrever nada. Aquela coisa que você acha que nunca mais vai passar. Mas o Rogério pediu uma música e fiz em 20 minutos", conta.
Com a bagagem inegável no rock nacional, Humberto ainda é alvo de críticas e, principalmente, de piadas. Brincar com a banda sempre pareceu ser um dos esportes favoritos de um grupo de pessoas que existem desde sempre, mas que hoje são chamadas de "haters" (odiadores). A última veio com o polêmico programa do governo federal, o Mais Médicos. "Prefiro médicos cubanos a engenheiros do Hawaii", dizia um post no Facebook, compartilhado e replicado no Twitter.
"Isso é bem a história do Engenheiros", Humberto parece dar de ombros. "Que seja assim. Os trabalhos autorais, particulares, costumam causar isso. A tendência é que as pessoas gostem para c****** e que não gostem para c******. É uma questão de escolha, e eu não me preocupo com isso".
Não que o cantor e compositor seja imune à insegurança. Pelo contrário. "O meu maior medo é tomar o tempo das pessoas. Até na escrita eu penso: será que isso está bom para eles perderam o tempo lendo?", desabafa.
FONTE: UOL
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
"Estou cantando melhor do que nunca", diz Cher sobre 1º disco em 12 anos.
Los Angeles - Poucos artistas conseguem manter uma carreira ativa ao longo de cinco décadas, mas a diva pop Cher garante que seu novo álbum representa o "melhor esforço até hoje". A cantora e atriz, de 67 anos, lançou na última terça-feira (24) "Closer to the Truth", seu 26º álbum da carreira e o primeiro em 12 anos.
"É o meu melhor esforço até hoje, estou muito feliz com ele. Estou cantando melhor do que nunca, e as músicas são realmente boas. Estou inacreditavelmente orgulhosa", disse a cantora à Reuters em sua casa em Malibu, na Califórnia.
O novo álbum inclui uma faixa produzida pelo DJ Paul Oakenfold, "Woman's World", ode feminista disco-pop, além de composições da pop star Pink, como "Lie to Me", e a agitada "I Walk Alone". "Uma música só é boa ou ruim no que diz respeito aos seus sentimentos. Além do mais, se não me toca não posso cantar", disse a artista californiana, que começou a fazer sucesso em 1965, quando formava dupla com seu marido, Sonny Bono. Nos anos 70, ela se lançou em carreira solo.
Apesar de ter uma legião de fãs, incluindo mais de 1,7 milhão de seguidores no Twitter e 500 mil curtidas no Facebook, a cantora diz que ainda se surpreende com o interesse que desperta. "Simplesmente não me ocorreu que alguém estaria aguardando meu próximo projeto com a respiração suspensa. Faço isso há, o que, quase 50 anos? Simplesmente não me ocorreu mais fazer. Ninguém entende isso, mas simplesmente não pensei a respeito".
Em nova turnê
Cher sairá novamente em turnê para divulgar o novo trabalho, e promete usar uma nova tecnologia nos shows que fará em 49 cidades da América do Norte a partir de março.
Após uma carreira tão longeva, a artista não tem papas na língua para mostrar suas opiniões a respeito de assuntos como a defesa da comunidade LGBT --que a tem como um ícone-- ou críticas ao comportamento de jovens estrelas.
Ela reprovou, por exemplo, a recente apresentação provocativa de Miley Cyrus no prêmio VMA, da MTV. "Não gostei porque não acho que tenha sido o melhor esforço dela. Achei que ela realmente precisava parar e repensar isso. Acho que não estava à altura dos padrões que eu gostaria de ter visto profissionalmente".
FONTE: UOL
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Senado aprova "PEC da Música" em 2º turno; proposta vai a promulgação.
O Senado brasileiro aprovou em segundo turno nesta terça-feira (24) uma proposta de emenda à Constituiçao (PEC) que garante isenção tributária a CDs e DVDs de artistas brasileiros. O texto foi apresentado pelo deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) e segue para promulgação por parte do Congresso Nacional, com sessão solene marcada para o dia 1º de outubro.
Durante a cerimônia, o presidente do Senado Renan Calheiros afirmou que a Casa tem priorizado as pautas ligadas à cultura.
Apesar da oposição da bancada amazonense, que já havia protestado contra a proposta durante a votação em primeiro turno, o texto foi aprovado sem emendas por 61 votos a favor contra apenas quatro. Eram necessários 59 votos favoráveis para a PEC ser aprovada novamente.
Os parlamentares do estado nortista argumentavam que a desoneração fiscal de produtos ligados ao universo musical poderia representar uma ameaça ao pólo indústria instalada na Zona Franca de Manaus.
Primeiro turno
Na votação em primeiro turno, a PEc foi aprovada por 50 votos a favor contra quatro. Por conta do baixo quórum, a votação em segundo turno precisou ser adiada. Entre as emendas negadas está uma idealizada pelo senador Eduardo Braga (PMDB-AM), que chegou a sugerir a extensão do benefício para apresentações teatrais e musicais.
FONTE: UOL
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Sérgio Reis lança novo CD e revela projeto para o próximo ano.
Aos 73 anos de vida e com muita história para contar, Sérgio Reis é um dos maiores nomes da história da música sertaneja. Sérgio Bavini, mais conhecido como Sérgio Reis, é referência para grandes nomes da música sertaneja.
Neste ano, o cantor lança para todo o Brasil, o CD "Questão de Tempo", seu primeiro álbum em estúdio, após 10 anos. O novo trabalho de Sérgio Reis contém 11 faixas que retratam a suavidade e simplicidade do músico, enriquecidas de conteúdo que marcam as letras de todas as canções.
Em uma entrevista que mais parecia uma conversa entre amigos, Sérgio Reis falou de seu novo trabalho, do atual mercado sertanejo, além do sonho de gravar um CD em homenagem ao seu pai.
Um dos destaques deste CD é a música "Fazenda Paraíso", de composição de Victor Chaves, que faz dupla com Leo. "Pedi pra ele algo que não precisava ser extraordinário, mas, doce. Parece que ele escreveu a história dele, sabe? É um relato muito verdadeiro, de um menino que lutou tanto… E, agora ele tem uma fazenda que pode chamar de paraíso", disse Sérgio, com tom de padrinho (que é de fato).
Ligado em tudo que acontece no mundo da música, o cantor não poupou elogios e enalteceu a nova guarda da música sertaneja. "Tem muita gente boa no mercado. Gosto muito de ouvir Luan Santana, Gusttavo Lima, Guilherme & Santiago, Cezar & Paulinho, Victor & Leo, Bruno & Marrone e Paula Fernandes, por exemplo".
Sérgio também comentou sobre a mistura de ritmos que a música sertaneja sofreu recentemente com outros estilos musicais. "O sertanejo recebeu influências de outros gêneros musicais, como a nordestina em que o povo gosta de dançar. Essas músicas como o 'funknejo', o 'arrocha', por exemplo, fizeram sucesso em função disso. Sucesso temporário, elas não ficam para sempre", disse.
Sérgio ainda revelou o sonho de no próximo ano fazer uma homenagem ao seu pai e gravar um CD cantando samba. "Vou fazer um CD de seresta no Rio de Janeiro/RJ e quero convidar alguns artistas como Zeca Pagodinho e Maria Bethânia para abrilhantar esse projeto".
Nascido em São Paulo/SP, em 1967 escreveu sua primeira canção de grande sucesso "Coração de papel". Cinco anos depois, gravou seu primeiro disco de música sertaneja com destaque para a música "Menino da gaita".
Desde então, foi um sucesso atrás do outro. "Menino da porteira", "Adeus Mariana", "Disco voador", "Panela velha", "Filho adotivo", "Pinga ni mim" e várias outras canções explodiram no país todo. Seu disco "O Melhor de Sérgio Reis", lançado em 1981, vendeu mais de um milhão de cópias.
De acordo com o próprio Sérgio Reis, são 54 anos de carreira e 104 CD's entre lançamentos e reproduções.
Sérgio Reis prestou uma homenagem a Roberto Carlos, com o CD intitulado "Nossas canções", em 2002. Na oportunidade, o cantor interpretou músicas gravadas pelo Rei Roberto Carlos, de autoria deste em parceria com Erasmo Carlos e de outros compositores.
Um ano depois, Sérgio Reis gravou seu primeiro DVD, intitulado "Sérgio Reis e filhos – violas e violeiros". E, como o próprio título diz, "Serjão" teve seus filhos como músicos na apresentação.
Outro importante marco na carreira do cantor sertanejo aconteceu em 2010. Para comemorar os mais de 40 anos de parceira, Sérgio Reis e Renato Teixeira lançaram o álbum CD e DVD "Ao vivo Amizade Sincera", que reuniu clássicos da música sertaneja.
Sérgio Reis também atuou como ator em seis novelas. Na novela "O Rei do Gado", da Rede Globo, o personagem de Sérgio Reis fazia uma dupla sertaneja com o personagem de Almir Sater, e a dupla era denominada "Pirilampo & Saracura", tendo gravado, inclusive, músicas para a trilha sonora.
FONTE: DIEGO VIVAN - BOL
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Rock in Rio 2013 termina como edição mais fraca do evento.
Não fosse o apoteótico show de Bruce Springsteen no último sábado, seria possível dizer que nunca o Rock in Rio será tão ruim novamente. Porque, apesar do espetáculo de quase três horas do roqueiro americano, a edição 2013 não escapou de ser a pior já feita do festival, criado em 1985 pelo empresário Roberto Medina. Entre alguns bons acertos, abundaram shows de apostas sem sentido, como o vencedor do American Idol Phillip Phillips ou a britânica Jessie J no palco principal, homenagens desconjuntadas e espaço para o rock brega (se não decadente) de nomes como Nickelback e Jon Bon Jovi.
E, ainda que música não pareça o mais importante para os frequentadores do evento, afinal um festival atrai especialmente pela atmosfera que oferece, aqui enriquecida pela presença de brinquedos e passatempos variados, ela ainda é essencial ao que ele se propõe. E a marca Rock in Rio é suficientemente forte e consagrada para que se espere algo melhor dela.
Mas sejamos justos com o evento. Com esta edição, o Rock in Rio provou estar, ao menos em termos de organização e produção, nivelado com outros grandes festivais mundiais, como o Coachella, que acontece na Califórnia, nos Estados Unidos. A quantidade de ingressos vendidos desta vez (85.000 por dia) também casou com o tamanho da Cidade de Rock – era difícil andar pelo público no fim da noite, mas não impossível como praticamente foi em 2011, quando 100.000 pessoas aportavam diariamente no local. Ao todo, foram sete dias intensos de muita música, calor e brincadeiras para um público total estimado em 595.000 pessoas.
As parcerias feitas pelo evento com seus patrocinadores também se mostrou um modelo ideal para a sua realização. É estranho andar pela Cidade do Rock e ver marcas atrás de marcas, como uma Times Square? É. Mas, se isso é o que faz o festival acontecer de uma maneira tão bacana, que seja. Afinal, são os patrocinadores que proporcionam experiências tão diversas aos frequentadores quanto estúdios de tatuagem e salões de cabeleireiros.
Em termos do que pode ser melhorado para a próxima edição, em 2015, que deve ser transmitida em telões pelo Brasil e em Nova York (aliás, na já citada via dos outdoors), a organização pode começar a pensar em uma nova localização para o Palco Sunset, como já foi proposto por Roberta Medina. Seria ótimo para aproveitar melhor os artistas colocados neste palco, cheio de boas surpresas, que poderiam ser vistos por mais pessoas.
Além disso, o som dos dois palcos precisa ser mais bem equalizado. Cada dia era uma susto. Muse e Sepultura tocaram com som alto, quase estourado, enquanto Metallica e Justin Timberlake tiveram som tão baixo que às vezes era impossível distinguir os instrumentos. O mesmo aconteceu no Palco Sunset em quase todas as apresentações, como Ben Harper e Charlie Musselwhite. Já o palco eletrônico precisa ser repensado, pois quase não atrai público durante o evento. Ou é extinto de vez ou traz atrações maiores – David Guetta, por exemplo, faria mais sentido lá do que no Palco Mundo.
O esquema dos banheiros também apresentou problemas. Eram poucos e ficavam em estado caótico lá pelo fim da noite, especialmente os localizados perto do palco Sunset. Os estandes de comida também precisam ser mais fiscalizados. É legal ter como opção culinária mexicana ou japonesa no festival, mas só se forem tomadas as medidas certas de higiene para não atrapalhar a diversão dos frequentadores. Afinal, um festival precisa de uma boa atmosfera. Nada de podre no ar.
FONTE: Carol Nogueira - VEJA.COM
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Selena Gomez é barrada na Rússia por apoiar gays.
A cantora Selena Gomez foi obrigada a cancelar dois shows que faria na Rússia com a turnê Stars Dance Tour 2013, por não conseguir o visto para entrar no país. O motivo, segundo organizadores do show disseram à agência de notícias RIA Novosti, seria o fato de Selena ser uma artista que apoia o movimento gay.
De acordo com eles, a estrela teen poderia repetir a atitude das veteranas Madonna e Lady Gaga que, no ano passado, declararam apoio aos gays durante suas apresentações no país e foram acusadas pelo governo de violar as leis de imigração. O discurso de ambas provocou as autoridades locais, que apoiam a lei russa que bane a "propaganda gay" ante menores.
A atitude de negar vistos a artistas americanos é encarada com preocupação por pessoas do ramo, como Yevgeny Finkelshtein, presidente da companhia Petersburg Music Industry, conglomerado midiático russo. “Nenhum artista virá nos visitar se continuarem a discutir e procurar por culpados”, disse à RIA Novosti.
Na última semana, Selena fez shows na Europa e se apresentaria na Rússia nos dias 23 e 25 de setembro. Com o cancelamento, a cantora parte para Dubai, onde fará um show antes de retornar para os Estados Unidos.
FONTE: VEJA.COM
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