quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Música pode ajudar a reduzir a dor das crianças.

Cantarolar para bebês ajuda a fazê-los pegar no sono. Mas não é só isso. O hábito pode auxiliar também a diminuir as dores dos pequenos. Essa é a conclusão de um estudo publicado no periódico Psychology of Music. O trabalho buscou analisar os efeitos de sessões de música ao vivo em pacientes infantis internados em hospitais. Segundo os autores da pesquisa, já se sabia que cantar para um paciente aumenta o seu bem-estar. O motivo dessa conexão, contudo, era desconhecido — os pesquisadores não sabiam se as crianças melhoravam por ouvir a canção ou apenas por receber a atenção de um adulto. Agora, os cientistas descobriram que a música era a responsável pelos benefícios. Os cientistas analisaram 37 pacientes de até quatro anos de idade, todos com problemas cardíacos ou respiratórios. As crianças foram submetidas a três sessões diferentes de 10 minutos cada uma: música, leitura e privação de interação social. No começo e no fim de cada sessão, eram medidas respostas psicológicas como frequência cardíaca, saturação do oxigênio e nível de dor. Enquanto a leitura e a privação de interação social não causaram grandes mudanças nas respostas psicológicas das crianças, a sessão de música mostrou-se relacionada a diminuições no nível de dor e na frequência cardíaca dos pacientes. CONHEÇA A PESQUISA Título original: Wellbeing and hospitalized children: Can music help? Onde foi divulgada: periódico Psychology of Music. Quem fez: Elena Longhi, Nick Pickett e David J. Hargreaves. Instituição: Hospital Infantil Great Ormond Street, na Grã-Bretanha e outras instituições. Dados de amostragem: 37 crianças de até quatro anos de idade. Resultado: Os pesquisadores descobriram que música ao vivo pode diminuir a sensação de dor das crianças. FONTE: VEJA.COM

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Jonas Brothers anunciam fim da banda em entrevista.

O trio Jonas Brothers decidiu dar um fim ao grupo musical. Em entrevista à revista americana People, que será publicada nesta sexta-feira, os irmãos Kevin, Joe e Nick afirmaram que, ao menos por enquanto, não vão mais cantar juntos. “É o fim, por ora”, disse Kevin, o mais velho dos irmãos, de 25 anos. “É realmente difícil dizer ‘para sempre’”, disse Nick, o mais novo, 21 anos. “É o final de um capítulo, disso temos certeza”, continuou o cantor. “Foi uma decisão unânime”, completou Joe, de 24 anos. De acordo com a publicação, os três se reuniram no começo de outubro, após Nick Jonas confessar que estava preocupado com o destino da banda. “Estava me sentido preso”, disse ele à revista. “Precisava abrir meu coração com meus irmãos.” Em meados de outubro, a banda cancelou uma turnê alegando não haver um acordo sobre o direcionamento musical do trio. Rumores afirmavam, no entanto, que Joe Jonas estava enfrentando problemas com vício em drogas. Formado pelos irmãos Kevin, Joe e Nick Jonas, o trio Jonas Brothers lançou seu primeiro álbum em 2006, sob o título It's about Time, pela Columbia Records. Pouco interessada no grupo, a gravadora não se esforçou para mantê-lo no catálogo quando, em 2007, a banda decidiu migrar para a Hollywood Records. No mesmo ano, o grupo lançou o disco Jonas Brothers, que emplacou diversos hits nas paradas, como SOS e When You Look Me in the Eyes. Os garotos passaram a abrir shows da cantora Miley Cyrus, com sua antiga personagem Hannah Montana. Apesar da pouca idade de ambos, 13 anos, Miley e Nick, o caçula do trio Jonas, namoravam nos bastidores. Começava ali também outro importante relacionamento, o da banda com a Disney, que mais tarde levaria o grupo ao estrelato. FONTE: VEJA.COM

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Roberto Carlos fala de acidente na perna e diz ser a favor de biografias.

Roberto Carlos falou pela primeira vez sobre a polêmica das biografias não autorizadas e demonstrou uma postura mais flexível sobre o assunto ao dizer que é a favor do projeto de lei que pede a modificação do artigo 20 do Código Civil. Ele, no entanto, pondera: desde que haja um "acordo". "Isso aí tem que se discutir.Tem que haver um equilíbrio e alguns ajustes para que essa lei não venha a prejudicar nem o lado do biografado, nem o lado do biógrafo. E que não fira a liberdade de expressão e o direito à privacidade", afirmou Roberto em entrevista ao "Fantástico" neste domingo (27). Questionado, mais especificamente, se era a favor ou contra o projeto de lei, disse: "Eu sou a favor, eu sou a favor". O artigo 20 prevê autorização prévia para a divulgação de imagens, escritos e informações biográficas e possibilitou que Roberto Carlos proibisse a comercialização de sua biografia não autorizada, "Roberto Carlos em Detalhes", lançada pelo jornalista Paulo César de Araújo, em 1997. "Não é que eu mudei de opinião. Há algum tempo, para você proteger o direito à privacidade, a única maneira era impedir a publicação de uma biografia não autorizada", justificou. Com a entrevista, Roberto parece se distanciar de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Chico Buarque e Djavan, que fazem parte do grupo Procure Saber. Liderado pela empresária Paula Lavigne, o grupo defende a autorização prévia e até mesmo a participação nos lucros de vendas. Ao falar especificamente de "Roberto Carlos em Detalhes", o cantor afirmou: "O biógrafo também pesquisa uma história que está feita. Que está feita pelo biografado. Então ele na verdade ele não cria uma história. Ele faz um trabalho e narra aquela história que não é dele. Que é do biografado. E partir do que ele escreve, ele passa a ser dono da história. E isso não é certo". Questionado pela jornalista Renata Vasconcelos se o acordo era uma questão comercial, Roberto respondeu: "(É) por tudo". Para o cantor de "Esse Cara Sou Eu", acionar a Justiça em caso de calúnia e difamação, é um processo que leva muito tempo. "É um resultado vem um pouco tardio. Depois que todo mundo já leu, já viu na internet. Alguns já compraram até os livros, aqueles que foram colocados à venda. Isso não funciona muito não", explicou. Além de sinalizar que pode ter mudado de opinião sobre a autorização de biografias, Roberto comentou pela primeira vez sobre o acidente que sofreu aos seis anos de idade e que o fez perder parte da perna direita. A história, ele garante, estará em sua autobiografia, em produção. "Eu estou fazendo minha história. E informando muito melhor. Muito mais do que qualquer outra fonte", afirmou. O compositor diz que não proibiu o livro por conta da história do acidente. "Eu vou contar tudo que eu vejo sentido em contar. Pessoas têm dito que eu sou contra por causa do meu acidente. Não é isso, não. Quando eu escrever meu livro, vou contar sobre meu acidente. Ninguém pode contar melhor sobre esse episódio do que eu. Isso aí só eu sei", disse. Uma proposta que libera as biografias não autorizadas (PL 393/11) está para ser votada na Câmara dos Deputados do Brasil. O debate excedeu os corredores de Brasília depois de artistas como Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil, se declararem a favor da autorização prévia para a publicação de uma biografia. O projeto de lei, de autoria do deputado Newton Lima (PT-SP), pede a modificação do artigo 20 do Código Civil, que prevê autorização prévia para a divulgação de imagens, escritos e informações biográficas. "Os artistas ajudaram a colocar luz ao assunto. Eles já tinham ajudado no caso do Ecad [Escritório Central de Arrecadação e Distribuição], mas dessa vez eles acabaram entrando em uma linha do raciocínio que colabora para a censura prévia", afirmou o deputado Newton ao UOL. "Felizmente, o debate publico fez o parlamento despertar para tomar a decisão", comemorou o deputado Newton Lima. "Precisamos votar, pelo sim ou pelo não, mas precisamos votar. Esse é um assunto político, não jurídico". O STF anunciou no último dia 14 que vai realizar audiência pública para discutir o tema das biografias não autorizadas. A ministra Cármen Lúcia, relatora da Ação Direta de Inconstitucionalidade inciada pela Anel (Associação Nacional dos Editores de Livros), que questiona a validade dos artigos 20 e 21 do Código Civil, anunciou audiência pública para discutir o assunto nos dias 20 e 21 de novembro. O presidente do STF, Joaquim Barbosa, e o ministro Marco Aurélio Mello já deram entrevistas sinalizando que são a favor da publicação de biografias sem autorização prévia. Escritores e biógrafos como Ruy Castro e Lira Neto já mandaram o recado. "Caso o código civil brasileiro não seja alterado, como queremos, extinguindo a autorização obrigatória, as biografias vão entrar em extinção no Brasil. Minha carreira de biógrafo estará encerrada", afirmou Lira. FONTE: UOL

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Novo nome da cena paraense, Felipe Cordeiro libera três músicas de álbum inédito.

Nascido em uma família de músicos, Felipe Cordeiro teve em seus tios paternos e em seu próprio pai a inspiração e o apoio para começar seu caminho na música. O músico mistura gêneros que vão desde a vanguarda paulista dos anos 80, passando pela MPB, pop e sem deixar o flash brega, típico do Pará, Felipe usa suas composições para criar um estilo musical variado e único. Ela é Tarja Preta é uma parceria com Arnaldo Antunes, Manoel Cordeiro, Luê e Betão Aguiar, tem uma sonoridade polirrítmica, misturando bachata, reggae, rock e brega pop. A letra é uma típica “crônica de baile”, estilo recorrente nas músicas de Felipe, na qual uma personagem feminina é assunto central em uma festa popular. Em Louco Desejo, a sonoridade flerta com o synthpop e lembra bandas como Kraftwerk e Depeche Mode, só que com as guitarras tropicais de Felipe e Manoel Cordeiro em primeiro plano. A letra é conceitualmente criada para soar como de rádio FM oitentista. Lambada Alucinada é uma típica guitarrada paraense tocada com a energia do rock. FONTE: UOL

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Novo álbum de Beyoncé está quase pronto, revela Pharrell Williams.

A novela envolvendo o lançamento do álbum de Beyoncé pode estar perto do fim. Em entrevista à revista Billboard, o produtor Pharrell WIlliams declarou que esteve ocupado colaborando no quinto trabalho da estrela pop e garantiu aos fãs que está quase pronto. Porém, dependerá da própria cantora definir a hora certa para divulgá-lo. "O álbum da 'B' está muito louco... Ela é muito peculiar e é do signo de virgem. E ela não lançará nada até que esteja pronto e sinta que é o momento certo para ela", disse o músico. "Ela tem um gosto muito específico. Acho que esta é a razão de ela ser a 'Beyoncé'. Seu nome é reconhecido ao redor do globo e isso é algo grandioso. As pessoas que ouvem o álbum falam: 'Uau!'. E ela diz: 'Sim, estou quase acabando'. Ela é a rainha", completou Pharrell. De acordo com os últimos rumores, o primeiro single do CD será liberado entre a segunda quinzena de novembro e a primeira de dezembro. FONTE: VAGALUME

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Samuel Rosa participará da gravação de DVD de Santana no México, em dezembro

Depois de gravar uma versão de "Saidera" em espanhol com o guitarrista Carlos Santana, Samuel Rosa vai se apresentar ao lado do músico em um show que será lançado em DVD. A apresentação, no dia 14 de dezembro, no VGA Arena, em Guadalajara, também marca o lançamento do álbum "Corazon", que chega às lojas em janeiro de 2014. Em maio, o vocalista do Skank foi a Las Vegas gravar a faixa com Santana. A canção do Skank, lançada em 1997 no disco "Siderado", estará no novo trabalho de Santana. O famoso guitarrista chegou a Samuel Rosa por meio de sua gravadora, que, a pedido de Santana, selecionou algumas músicas de artistas brasileiros e latino americanos. Ao ouvir a música dos mineiros, convidou Samuel para participar do novo álbum. FONTE: UOL

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Revista elege "The Queen is Dead" do Smiths como o maior álbum da história.

"The Queen is Dead", terceiro álbum da banda inglesa Smiths, lançado em 1986, foi eleito pela revista especializada em música "NME" como o maior álbum de todos os tempos. A lista com os 500 maiores álbuns, segundo a publicação, ainda não foi divulgada. A "NME" afirmou que os votos de jornalistas colocaram o disco do Smiths – uma verdadeira máquina de hits, com "I Know It's Over", "Bigmouth Strikes Again", "The Boy with the Thorn in His Side", "There Is a Light That Never Goes Out" e "Some Girls Are Bigger Than Others" –- na frente de bandas mundialmente reconhecidos em outras listas, como Beatles, David Bowie, Bob Dylan e Rolling Stones. Ao comentar a escolha, a revista afirmou que "The Queen is Dead" ainda é tão relevante hoje como era há 27 anos. Os Beatles, que sempre disputa consigo mesmo as primeiras posições, ficou em 2° lugar, com "Revolver". Outra surpresa da lista é "This Is It", primeiro disco do The Strokes, lançado em 2001. As 5 primeiras posições foram divulgadas no mesmo dia em que a autobiografia do ex-vocalista da banda, Morrissey, também chegara ao n° 1 entre os mais vendidos. Ironicamente, no livro chamado apenas de "Autobiography", o cantor ataca a revista e a acusa de conspiração contra ele. Confira as 5 primeiras posições da lista: 1 – Smiths, "The Queen is Dead" (1986). 2 – Beatles, "Revolver" (1966). 3 – David Bowie, "Hunky Dory" (1971). 4 – The Strokes, "This Is It" (2001). 5 – The Velvet Underground & Nico (1967). FONTE: UOL